Dizem que a juventude é o tempo da irreverência, do radicalismo e da procura constante pelo “novo”. Dizem que, para um jovem se sentir representado, precisa de votar em alguém que grite alto, que promete virar a mesa ou que tenha apenas metade da idade dos políticos tradicionais.
Eu discordo. A minha rebeldia, hoje, é exigir competência. E é por isso que acredito em Luís Marques Mendes para Presidente da República.
Pode parecer contracorrente. Afinal, Marques Mendes é um veterano da política, um homem que conhecemos dos ecrãs de televisão e dos corredores do poder há décadas. Mas é exatamente aí que reside o seu trunfo — é a nossa vantagem.
Vivemos num mundo caótico. A minha geração enfrenta crises na habitação, incertezas no emprego, guerras na Europa e uma polarização digital que nos divide em trincheiras. O que nós precisamos em Belém não é de mais ruído, nem de experiências ou aventuras. Precisamos de um âncora. Precisamos de alguém que conheça a Constituição como a palma da mão e que saiba usar a influência presidencial para desbloquear o nosso futuro, e não para bloquear o país.
Apoiar Marques Mendes é perceber que a pedagogia é uma arma poderosa. Todos os domingos, vimo-lo a explicar o país. Não a gritar, não a insultar, mas a explicar. Essa capacidade de traduzir a política complexa para a linguagem real é o que aproxima os cidadãos das decisões. Ele ouve, analisa e comunica.
Para um jovem que quer ser ouvido, ter um Presidente que sabe escutar e explicar é fundamental. Ele tem a “estatura” — política e intelectual — para olhar os outros líderes mundiais nos olhos e defender Portugal sem hesitações.
Muitos procuram um “pai” ou um “avô” na Presidência. Eu procuro um aliado. Marques Mendes provou, ao longo dos anos, ter uma inteligência emocional e política rara. Ele entende os tempos. Ele sabe que o país não pode parar.
A sua candidatura não é sobre o passado dele; é sobre a estabilidade necessária para o nosso futuro. Para que a minha geração possa arriscar, inovar e criar, precisamos de saber que as instituições funcionam. Marques Mendes é a garantia de que as luzes da democracia se mantêm acesas e estáveis, para que nós possamos brilhar.
Votar em Marques Mendes não é um voto conservador. É um voto de maturidade estratégica. É dizer: “Eu quero um Presidente que funcione desde o dia um”. É recusar o populismo fácil em troca da substância difícil.
A minha geração tem a oportunidade de mostrar que sabe distinguir o trigo do joio. Que valorizamos a preparação, o estudo e o sentido de Estado.
Eu quero um Portugal onde o mérito conta. Onde a preparação vence o improviso. Por isso, apoio Luís Marques Mendes. Porque para construirmos o futuro que sonhamos, precisamos da solidez de quem sabe, verdadeiramente, o que é ser Presidente.
Vamos a isso. Pela estabilidade, pela competência, pelo nosso futuro.