“Nepo baby” (bebé nepotista) é um termo dos EUA para classificar aqueles que não tendo grandes qualificações para isso vão muito longe ou recebem favores inexplicáveis por serem familiares ou amigos de quem são. O Professor Shai Davidaii da Universidade de Columbia lamenta que sejam uma causa nefasta de desigualdade, barrando o caminho a quem tem mérito, trabalha arduamente e tem qualidades excecionais para a liderança.

Marcelo Rebelo de Sousa incompatibilizou-se com o filho, precisamente por questões (medicamentosas) ligadas ao nepotismo, pelo que, felizmente, estamos livres de um Rebelo de Sousa ser o novo presidente da república. No entanto não estamos livres da influência doutros bebés nepotistas no processo de candidatura à presidência como explicaremos mais adiante.

Antes de abordar tal nefasto nepotismo, comecemos por relembrar que a presidência da república é algo de muito sério cuja liderança pode influenciar profundamente Portugal. Não podemos ter mais oito anos de feira de vaidades focada em simpatia, discursos de vacuidades politicamente corretas e olhos azuis fotogénicos como Marcelo. Não haverá filho como já referimos, mas há uma sua copia mais alta dada como garantida para a continuação, se não fizermos esforço duplo por percebermos o que está em jogo e tudo sobre quem está jogo. Parece haver uma conjugação aparente de esforços dos interesses de sempre para levarem a maioria dos eleitores do Chega, do PSD e do PS, mais o apoio indireto dos da IL, a eleger um clone fardado de Marcelo. Siga o pântano.

A recém-publicada biografia de Sam Altman, o empreendedor do ChatGPT que se fez a si próprio e não é nada fruto do nepotismo, intitula-se “O Otimista.” Altman nunca desiste de educar as pessoas sobre os benefícios das suas ideias originais mesmo perante os mais céticos. Nós aqui dos EUA nunca desistimos de tentar explicar os benefícios de ideias pouco comuns num Portugal quase sempre condenado a repetir os mesmos erros do passado devido aos preconceitos e ideias feitas do costume. Os bebés nepotistas infelizmente perpetuam-se em ambientes fechados assim.

Num artigo anterior explicámos que apesar de sermos Liberais, tendo mente aberta, apoiamos Seguro a presidente da república porque ele é um dos raros exemplos portugueses ao centro de seriedade anticorrupção e de reformismo liberal pela eficiência do estado. Verificámos então que aqueles que não sabem praticamente nada sobre Seguro senão que ele é do PS, acham que ninguém inteligente de centro ou de direita poderia pensar tal coisa socrática, imobilista e esquerdista radical. Confundem Seguro com os maiores inimigos de Seguro que são realmente tal coisa enquanto Seguro não é. Ao atacarem Seguro os eleitores sérios de centro e direita estão inadvertidamente, por desconhecimento dos factos, ao lado dos socráticos convertidos à esquerda radical que sempre odiaram Seguro. Por exemplo percebemos perfeitamente que os liberais numa primeira volta votem em Mariana Leitão, mas achamos que numa segunda volta sem ela devem estar mais bem informados sobre Seguro e o Socratismo serem como água e óleo que não se misturam. A presidência da república portuguesa para os próximos 4 ou 8 anos merece duplo esforço de escritura e leitura sobre esta diferenciação fundamental. É preferível meditar muito bem antes de a entregar de bandeja a alguém que a imprensa dos interesses quer e promove insistentemente.

Procuramos assim neste breve novo artigo educar melhor os leitores sérios de centro e direita para que percebam o contexto anti-segurista na pior parte do PS. Isto para que, com a humildade que resulta do conhecimento, foquem o seu descontentamento com o partido socialista em quem realmente o merece. Do pouco que sabem sobre Seguro com certeza que tais leitores sabem pelo menos que foi golpeado pelas costas e ainda é constantemente atacado por Costa, Pedro Nuno, socráticos como Santos Silva ou Mariana Vieira da Silva. Tais figurões anti Antonio José Seguro no fundo podem-se todos considerar como bebés nepotistas socialistas tal é o nível de filiação, demais endogamia ou cunhas. Há mais exemplos óbvios desde os irmãos Mendes e Pedroso, passando pelo casal Cabrita, etc. Demasiados/as chegaram a ministros/as pelas razões que o já referido professor da Columbia supracitado lamenta. Foram membros de um dos governos mais nepotistas de sempre na Europa moderna.

No entanto há muita gente no centro e na direita que assume que os ataques destes bebés nepotistas socialistas a Seguro devem ser por mero acaso. Isto sem nunca se interrogarem porque é todos os figurões pró-socráticos e costistas antirreformistas que radicalizaram o PS à esquerda (por oportunismo eleitoral) estão sempre contra Seguro. Ora nada disto acontece por acaso, mas pelo longo percurso de Seguro contra os vícios de Sócrates e dos socráticos, que muitos eleitores desconhecem para seu próprio risco e de Portugal. Um dos ministros de Sócrates, Capoulas Santos, por exemplo, indignou-se recentemente e há muito que se indigna com Seguro por este revelar “reserva mental face ao passado do partido” (socratismo).

Seguro foi um dos primeiros dentro e fora do PS a opor-se ativa e corajosamente contra Sócrates logo em 2008 (). Seguro foi a resistência interna passiva porque minoritária na direção do PS, mas presente em todo o período anterior a 2008 de liderança de Sócrates. Depois subiu de tom e expôs corajosamente a nefasta mistura de politica com negócios que muita desta pior gente do PS costista-socratico-pedro nunista defendia em vez de defenderem os Portugueses e Portugal.

Foi por esta coragem que, quando já estava quase prestes a ser primeiro-ministro, Seguro foi golpeado pelas costas pelos deputados socráticos em 2014 e figurões do costume que estiveram todos com Costa. Seguro estava prestes a tirar a chupeta a todos os bebés nepotistas socialistas, os piores do PS com pouca ligação à militância, que choraram por Sócrates e choravam por Costa. Com a derrota eleitoral, mas captura do poder por este último, estiveram bem alimentados durante quase 10 anos. No entanto agora choraram de novo quando Pedro Nuno os deixou desamparados por duas derrotas seguidas por não ter tanto jeito como Costa para disfarçar tanto choro por colo e leite do estado desejado pelos bebés socialistas nepotistas.

Igualmente por Seguro ser contra tal leite para os interesses a imprensa aliada de tais Costistas-Socráticos-Pedro Nunistas não se cansou (e não se cansa ainda) de denegrir Seguro e elogiar Costa. Isto como muito bem explicado e quantificado na recente tese de doutoramento de José Agostinho intitulada “A mediatização da política nos telejornais: As eleições primárias no Partido Socialista português”.

A socióloga sem experiência profissional relevante fora da política e da investigação de politicas publicas numa universidade mediana, Mariana Viera da Silva, filha de Vieira da Silva que foi ministro de Sócrates e Costa, que foi ministra do tal governo de Costa mais nepotista da Europa, afirmou recentemente que “de Seguro não se conhece nenhuma ideia politica”.

Faltou-lhe acrescentar, para ser verdadeira: “da qual eu, o meu pai e todos os que estivemos com Costa e Sócrates gostemos” (não o fez). A ignorância dos bebés nepotistas socialistas caminha junta com a arrogância deles, como se vê agora pelos resultados das desastrosas medidas que implementaram quando tiveram poder, desde a imigração excessiva ao descalabro do SNS. Só que neste caso específico contra Seguro nem sequer se trata dessa ignorância normal em bebés nepotistas. A Vieira da Silva, o Vieira da Silva e todos os da mesma laia sabem muito bem quais são as ideias políticas de Seguro. Simplesmente, não gostam mesmo nada de tais ideias políticas seguristas.

Já Pedro Costa, filho de António Costa, também não gosta das ideias de Seguro, acha-o “o pior” candidato, preferindo um ex ministro do pai.

Não misturar política com negócios é uma ideia de Seguro que quase todos os portugueses conhecem, mas que não agrada a Socráticos-Costistas. Outra é trazer integridade e seriedade para a política. Seguro propôs ainda reduzir o número de deputados, baixar impostos como o IRC, eliminar fundações que vivem do estado e fazer reformas estruturais do estado (por exemplo fazendo desaparecer instituições e cargos em duplicado). Não se conhece realmente nenhuma destas ideias políticas de Seguro que agrade a bebés nepotistas socialistas.

O PS agora liderado por José Luís Carneiro (que nunca foi um bebé nepotista, mas que com grande esforço angariou o carinho genuíno de milhares de militantes de base do PS para com Seguro), o PSD, o Chega e a IL na segunda volta tem uma oportunidade única de pôr na presidência alguém integro atacado em vez de adorado pelos costistas-socráticos e sua imprensa dos interesses. Isto precisamente porque Seguro há décadas que denuncia e questiona tais interesses sem medo e com possibilidade de os vencer. Portugal beneficiaria tremendamente com a coragem reformista de Seguro. Os líderes destes partidos estariam em sintonia com os desejos da população por seriedade, moderação para bem longe das ideias da esquerda radical e reformismo do estado.

No entanto, há demasiados desinformados nestes partidos. Acham que é mais inteligente, centrista e liberal contribuírem direta ou indiretamente para porem na presidência um Almirante que vai rumar ao sabor dos interesses sem nada questionar de profundo sobre os eternos negócios misturados com política. Estão no seu direito, mas depois não digam daqui a uns anos que não foram avisados por alguém que conhece bem o ódio que os piores bebés nepotistas socialistas têm a Seguro e o amor que eles têm por presidentes inconsequentes que nada de profundo questionem. Infelizmente pensamos que o dirão depois do leite derramado (de novo e por mais 4 ou 8 anos) pelos bebés nepotistas socialistas que na sua sede por poder e sobrevivência política são imparáveis por inocentes centristas liberais e da direita. Tais inocentes que se julgam sapientes não fazem a mínima ideia de como os bebés nepotistas os usam e manipulam para atingirem sempre os seus objetivos nefastos para Portugal. Portugal vive preso em preconceitos, sendo um país onde ninguém deixa ninguém se reinventar nem sair do seu clube para bem maior da nação.