Pensávamos que nunca mais se ouviria e repetiria em Portugal o disparate socialista marxista que ouvíamos em criança quando pedíamos uma bebida refrescante de sucesso mundial: “sai uma água suja do imperialismo norte-americano” (coca-cola). Infelizmente volvidos 40 anos o disparate socialista continua quase idêntico e por todo o Portugal, somente é sobre outra marca americana de sucesso, a Tesla. Se isto não fazia sentindo para nós em criança ainda menos faz como adultos.

O PCP minguou muito em 40 anos, mas não desapareceu: o comunismo reapareceu nos outros partidos todos e Cunhal reencarnou nos nossos políticos atuais. Desde o político chico-esperto trotskista aos políticos mário e maria-vai-com as outras supostamente liberais, passando pela alegada extrema direita, muitos dos nossos políticos, promovem na prática o ódio às empresas americanas e a quem ousar fazer cortes no despesismo do estado para poder baixar impostos.

Peter Thiel, apoiante republicano ligado ao vice-presidente dos EUA JD Vance e a Elon Musk, fundou ou financiou múltiplas novas empresas tecnológicas (ex. Facebook-Meta) gerando centenas de milhares de bons empregos nos EUA (quem nos dera haver empregos desses em Portugal para os nossos jovens qualificados!). Diz no seu livro “De Zero a Um” que para as liderar só contrata quem diga verdades importantes que poucos admitam. Isso exige coragem e genialidade, enquanto para ir na turba da moda basta cobardia e mediocridade. A cobardia nada genial da classe política portuguesa, incluindo a maioria dos políticos do centro e a direita, contra os republicanos americanos que são liberais economicamente, mantem-nos no socialismo e estado gigante ineficiente. Há exceções corajosas nos políticos de direita. Por exemplo parabéns a Vasco Rato do PSD por explicar na Antena 1 os exageros da esquerda americana contra os republicanos.

A verdade é simples de entender, mas há muito medo na maioria da direita Portuguesa de a dizer: os contribuintes americanos não podiam continuar o dar ao mundo o que não tinham nem aumentar o estado assistencialista do mundo inteiro através de cada vez mais divida gigantesca e deficits orçamentais e comerciais bilionários até à bancarrota para a qual a esquerda caminhava. Isto normalmente seria simples de defender e de emular pelo centro ou direita portugueses. No entanto, demasiados preferem ir com a turba da moda socialista a insultar (verbalmente ou nas leis que aprovam) os republicanos, americanos cujas políticas liberais económicas de redução do estado e impostos, como Reagan já fazia, permitem o florescimento de empresas geradoras de riqueza. Os líderes do nosso centro e direita ficam apavorados quando o líder do PS os acusa de serem como republicanos a cumprirem a vontade da população. Ora a antítese do jotismo socialista deveria ser motivo de orgulho e precisamente o caminho corajoso do centro-direita para Portugal progredir. Nos EUA o centro e a direita não têm medo nenhum da esquerda cada vez mais extremada e dos seus desastres constantes. A maioria não acredita na sua propaganda.

As ideias marxistas do PCP e do bloco falharam em todo o mundo e épocas, mas poluem todos os nossos partidos sem exceção. Começaram por infetar letalmente o PS e estão já a contagiar todos os partidos à sua direita, desde o centro até ao extremo. Revelador disto é que a grande maioria dos políticos lusos transmitem só o ponto de vista (ou praticam só as ações) do partido democrata nos EUA cujas políticas económicas cada vez mais extremadas à esquerda a favor de um estado enorme e despesista, excessivamente endividado e com deficits constantes, foram rejeitadas pela população americana. O partido republicano ganhou porque tem a coragem de cortar no estado para realmente baixar impostos para as empresas e indivíduos, alem de implementar outras medidas que a população exige.

No entanto, há uma opinião (e/ou pratica) atual unânime dos partidos portugueses contra as políticas económicas do partido republicano americano. Isto revela que até piorámos em 40 anos no caminho para a servidão marxista anti empresarial e no idolatrar do estado cada vez maior e mais confiscador e controlador : dantes havia partidos de centro e direita que se opunham com coragem ao anti-liberalismo económico primário. Agora para estarem na moda fácil e serem populares lá na assembleia da república ou em cocktails com jornalistas de esquerda as supostamente liberais marias-vai-com as outras juntam-se ao coro da internacional socialista, cantando e vociferando ao lado dos chicos-espertos trotskistas, contra o partido republicano dos EUA e contra a Tesla.

Todos os partidos portugueses supostamente de centro ou direita, para irem com a turba da moda da extrema-esquerda da TV ou de universidades tomadas pelo socialismo como o ISCTE português ou a LSE inglesa ( e imprensa tradicional toda enviesada à esquerda), ou certas universidades dos EUA que só contratam professores de esquerda (96%) são até quem mais ferozmente insulta o partido republicano. Parece que no centro e na direita portugueses sentem a necessidade de provar que são mais camaradas que os camaradas comunistas, bloquistas e socialistas contra o partido republicano americano. Isto apesar de serem os republicanos quem mais promove o liberalismo económico no mundo reduzindo a divida publica, as despesas do estado e impostos sobre o rendimento para os seus cidadãos, alem de negociarem no sentido de tarifas zero (ou isso ou então reciprocidade; o que são contra é haver tudo no mundo a cobrar muito e só os EUA zero).

Ouvimos estupefactos ex lideres do partido mais antigo da direita portuguesa a celebrarem na TV alegadas vitorias da china comunista sobre os EUA.

Vemos incrédulos cartoons, desenhados pelo nosso novo partido de centro-direita, mais grosseiros e ordinários contra os republicanos americanos que os desenhados por comunistas cubanos ou venezuelanos. A China comunista ao menos usa vídeos irónicos mas bem-educados troçando com os lideres republicanos representados como operários em unidades fabris chinesas.

Alguns deputados nesse novo partido ainda por cima minimizam o vandalismo contra carros da empresa liderada por quem nos EUA corta nas despesas do estado para poder baixar impostos.

Há um outro novo partido de direita que não insulta os republicanos e até diz (a medo da imprensa de esquerda) que gosta deles, mas depois faz exatamente o contrário do liberalismo económico dos republicanos, votando para aumentar ainda mais as freguesias e o estado ao lado dos socialistas. Vai dar ao mesmo: socialismo omnipresente em Portugal. Quase ninguém com coragem de nos fazer sair dessa caixa de mediocridade de esquerda quasi-comunista nos coloca há tantas décadas de maldizer políticas económicas liberais dos republicanos e a alternar entre odiar a Coca-cola ou a Tesla. Na prática, tudo camaradas pelo estado grande. Tudo a gerar anticorpos contra o partido republicano dos EUA que mais no mundo faz por um estado eficiente e reduzido.

Nenhum político em Portugal se consegue desligar do socialismo e estado paternalista que nos afogou na cauda da europa nestas décadas todas. Os nossos políticos atuais todos se repugnam perante quem corte num estado sempre a crescer incontrolavelmente até a bancarrota ou deterioração dos serviços básicos do estado. Isto acontece exceto se houver quem tenha coragem para cortar nas gorduras do estado como Passos Coelho teve em Portugal (raro herói liberal económico português) ou Musk (na senda republicana de Reagan) tem nos EUA. Ninguém na atual classe política portuguesa parece estar verdadeiramente disposto a diminuir o estado e aumentar a sua eficiência que é a única maneira de poder baixar impostos e deixar o privado prosperar, alem de assegurar de forma efectiva os serviços básicos do estado como segurança, saúde ou pensões. Estão todos de cócoras perante a esquerda e a sua imprensa omnipresente em Portugal.

Os partidos portugueses de centro e direita não se podem juntar à maledicência primária da esquerda contra os republicanos, sem para pensar nos factos ou analisar números económicos. Tem de estar acima da perspetiva superficial e infantil da esquerda despesista nacional e americana. Tem de analisar a perspetiva da direita americana sobre reduzir o despesismo do estado, os deficits orçamentais e comerciais, as tarifas (impostos) dos países (exceto as dos EUA que eram praticamente zero) os impostos sobre o rendimento e a divida publica. No entanto, não o fazem. Parecem crianças a quererem ser populares no recreio de meninos dos pioneiros comunistas em vez de pensar criticamente sobre as consequências nefastas das políticas económicas e noutras áreas da esquerda.

É inaceitável que o CDS, a IL e o Chega, em vez de pôr termo ao socialismo miserável e caminhar na direção do liberalismo económico todos unidos ao PSD, queiram brincar nesse eterno recreio de “pioneiros” socialistas cheio de lama económica marxista. Isto contra a vontade da maioria da população portuguesa, que tanto cá como nos EUA vota à direita por estar farta do socialismo global que a empobrece. Se tal desunião à direita continuar o PSD acaba nas mãos do atual PS após as eleições para um centrão só em nome porque Pedro Nuno Santos puxará Luís Montenegro à esquerda. Há que haver pragmatismo se a AD e IL sozinhos não tiverem maioria absoluta: Chega de socialismo. Demonstrem que estão realmente comprometidos com o liberalismo económico e eliminem linhas vermelhas para nos livrarmos finalmente do socialismo muito mais vermelho.

Parem de maldizer os EUA e comecem a trabalhar para cá haver uma economia tão pujante como a capitalista americana liberal economicamente em vez de marxista moribunda como tem sido a economia portuguesa nas últimas décadas, sufocada debaixo de um estado enorme e ineficiente.

Quem nos dera finalmente ouvir em Portugal: “sai uma água prospera do liberalismo económico americano.” Relembremos que o principal acionista da coca-cola é Warren Buffet o maior investidor do mundo. Quem nos dera que não fosse apenas um sonho ver liberais económicos lusos em vez de maldizerem a Tesla a praticarem cortes no estado e promoverem a eficiência do estado com a mesma energia e determinação total com que o maior empresário do mudo e dessa companhia o tem feito nos EUA. Não é com paninhos quentes que chegarão a cortes no abuso do estado que permitam imposto sobre o rendimento para todos a só 10% ou 20% como ambicionam.

Emulem o melhor dos republicanos e evitem o seu pior, por exemplo evitem o estilo truculento comunicacional deles, mas implementem a eficiência no estado e cortem no abuso. Não tenham medo da esquerda que vive do abuso começar, obviamente, a disparatar verbalmente contra quem eliminar tal abuso. Pensem nos milhões de contribuintes portugueses inteligentes que votam em vocês e não em meia dúzia de bloquistas num comboio ancilosado de jornalistas presas da esquerda sempre a criticarem os republicanos. Acabem com o pesadelo de 40 anos de socialismo de despesismo e ineficiência do estado.

Unam-se e tenham coragem de inovarem e serem adultos, engolindo sapos e males menores, que nos livrem da internacional socialista, honrando o que milhões de portugueses vos pedem ao votarem em vocês e não na esquerda. Ponham fim a mais 40 anos de socialismo. Sem união e sem praticas económicas de centro direita em Portugal, continuaremos a não produzir nem bebidas famosas nem carros fabulosos que se auto conduzem. Absolutamente ninguém fará nada pela eficiência do estado nem por baixos impostos que possibilite finalmente o florescimento de grandes empresas autónomas em vez de mais falsos negócios misturados com política típicos dos estados enormes. Em vez de criticar e ofender quem o fizer nos EUA façam melhor se souberem!