Os Portugueses anseiam por e merecem um centro sério, moderado e eficiente. Portugal foi vítima de um centrão da corrupção, cedência à extrema-esquerda e incompetência, de que a maior parte dos portugueses estão absolutamente fartos, como indubitavelmente demonstraram nas eleições legislativas de maio de 2025. Agora nas lideranças de Portugal, incluindo no cargo máximo da presidência da república (onde o exemplo simbólico que vem de cima é importantíssimo), esperam por quem represente as três características referidas: seriedade na gestão de dinheiros públicos (sem misturar política com negócios), moderação ideológica (que rejeite e corrija anteriores políticas radicais de esquerda) e eficiência na resolução de problemas (incluindo na promoção do mérito).
Em primeiro lugar os portugueses exigem seriedade nos seus líderes. Querem na presidência um líder honesto, integro e corajoso contra a corrupção, que não tenha medo nenhum de desafiar e denunciar o pântano de interesses inúteis que vivem do estado, consumindo os nossos altos impostos sem melhoria dos serviços públicos. Alguém que ponha finalmente fim aos negócios misturados com política que duram há décadas. Nas eleições perceberam perfeitamente que vestígios dessa triste mistura ainda existem na atual direção do PSD vencedora, mas suspeitaram que era bem pior na anterior direção do PS que derrotaram categoricamente. Honra seja feita a esta direção vencedora do PSD que sempre tratou bem e se orgulhou do seu ex líder honesto e integro, Pedro Passos Coelho. Pelo contrário, muita da direção demissionária derrotada do PS sempre tratou mal e se envergonhou do ex-líder integro e honesto do PS, António José Seguro. A seriedade, obviamente, causa-lhes desconforto e foi em grande parte por isso que perderam as eleições estrondosamente.
Felizmente os militantes socialistas têm muito carinho e respeito por Seguro. Além disso o futuro líder do PS, José Luís Carneiro, nunca teve vergonha e sempre apoiou Seguro com orgulho e coragem. Vários dos anteriores membros da direção nacional do PS, apesar de se acharem importantes (devido a palco numa certa comunicação social que já não funciona no empolamento dos frutos do nepotismo e cunhas) demonstraram serem irrelevantes para os militantes, autarcas socialistas, portugueses em geral e futuro de Portugal. Após a hecatombe eleitoral, essa meia dúzia tenta desesperadamente agarrar-se ao poder propondo candidatos presidenciais a seu gosto, todos conotados com o gasto centrão da corrupção como Vitorino, Santos Silva ou Centeno. Estes não terão mais de 10% numas eleições presidenciais e destruirão definitivamente o PS.
Igualmente, se o PSD em vez de apoiar um centrista comprovadamente honesto e integro (Seguro na ausência de Passos que não quer avançar) apoiar uma figura conotada com os vícios do velho centrão, como Marques Mendes, também terá um resultado pequeno nas presidenciais. Isso a tempo irá contagiar futuros resultados de outras eleições do PSD. Tanto o PSD como o PS têm de estar inequivocamente do lado da seriedade ou desaparecerão por completo por vontade inabalável e irreversível da população contra a corrupção. Deviam ambos fugir a sete pés das suas figuras mais sinistras e desgastadas.
Em segundo lugar os portugueses ideologicamente querem uma liderança de centro verdadeiramente centrista e moderado. Já não querem um falso centrão demasiado puxado à extrema-esquerda e por ela influenciado como aconteceu na altura de Costa sem oposição de Rio. Isto em questões como a imigração descontrolada ou a autoflagelação desnecessária da cultura e história portuguesa por exemplo. Quem mandou em Portugal nestas questões na altura desses dois líderes do PSD e PS foi o BE que apesar de adorado (diretamente ou na sua reencarnação Livre) pela imprensa e sobre representado nela não representa a população. Os Portugueses já começaram (e não vão parar) a deitar abaixo todos aqueles que estão conotados com o pior desse centrão. A desastrosa derrota da anterior direção do PS conotada com os piores e as piores medidas desse centrão influenciado pela extrema-esquerda foi um sinal claro que se o PS não muda de vida no radicalismo de esquerda contrário a Soares e aos fundadores, acaba como praticamente acabou o PS francês. Nesse caso, Pedro Nuno pode ter sido o Benoît Hamon do PS.
Seguro e os seus mais próximos, pelo contrário, ideologicamente sempre se assumiram como de centro-esquerda moderado e a favor da economia de mercado. Isto na honrada tradição dos fundadores do PS de Soares a Tito de Morais passando por Sottomayor Cardia. Socialismo sem dogma focado simultaneamente na justiça social e nas condições para o sucesso da livre iniciativa privada. A vários do núcleo duro de Seguro liderados por Álvaro Beleza costumavam até chamar de socialistas liberais (um termo criado pelo filósofo político Norberto Bobbio). Beleza além de apoiar Seguro propunha a redução de impostos e do estado. Nomeadamente redução do IRC para estimular a iniciativa privada e redução do número de deputados, falsas fundações e redundâncias nos ministérios. Uma verdadeira eficiência do estado lusitana muito antes da americana e muito mais humanista. Seguro teria implementado tais medidas liberais reformistas caso o tivessem deixado concorrer a e ganhar as eleições legislativas de 2015. Seguro aliás nunca parou de planear e falar em reformas profundas do estado.
Seguro é um raro reformista europeísta que pensa mais em desregular para inovar do que regular ainda mais. Queria e quer mudar, inovar e fazer avançar em Portugal. Queria e ainda quer e pode. Por isso em excelente hora, avançou com a sua candidatura a presidente da república. Dá-nos uma segunda oportunidade em Portugal para a seriedade ética, moderação ideológica e eficiência reformista. Dentro do PS, Sérgio Sousa Pinto ideologicamente é também fundamentalmente um socialista liberal. Já é mais que altura de se distanciar definitivamente do grupo dos negócios socráticos misturados com política e finalmente apoiar Seguro. Recusar estar numa lista de deputados de socráticos convertidos ao radicalismo de esquerda foi um bom começo. Por todo o Portugal há uma maioria de socialistas perto do centro ideológico, honestos, incluindo muitos autarcas de valor, que sempre apoiaram Seguro. Ao elegerem Seguro como secretario geral do PS em 2011, abandonaram Sócrates muitos anos antes dos membros da direção agora derrotada o terem feito. Pedro Nuno e o seu núcleo duro e cúmplices na derrotadíssima direção nacional hiper esquerdista (além da “ética” josé-socrática) foram uma aberração ideológica abominável que os fundadores do PS nunca teriam aceitado como pares.
Neste aspeto económico e ideológico até a Iniciativa Liberal pode e deve apoiar Seguro. Talvez seja uma melhor aposta que apoiar um candidato que tenha pouca votação ou deixar a presidência nas mãos de um militar conservador. Só compreenderemos a IL não apoiar Seguro se usar o tempo de antena da presidência para promover Carlos Guimarães Pinto, que muito admiramos, mas ainda não está tão maduro como Seguro para a liderança do país (é mais jovem e ainda não sofreu tanto na pele as consequências da sua genuína honestidade e integridade). No entanto se houver uma segunda volta sem CGP como previsível, a IL não deve ter dúvidas em apoiar Seguro em relação a Gouveia e Melo. Com este último vai haver zero liberalismo.
Em terceiro lugar (last but not least) os portugueses querem também competência nos seus líderes, querem quem saiba resolver problemas no terreno. Querem um presidente da república competente e que resolva as cosias. Não se opõem a políticos profissionais nas lideranças, mas esperam que eles se rodeiem de profissionais competentes (em vez de só de outros políticos), com competências especificas adquiridas no privado nas áreas técnicas pelas quais forem responsáveis. Dai o apreço compreensível, mas largamente injustificável dos portugueses pelo Almirante Gouveia e Melo. Ora este militar na realidade nada mais fez que o seu dever numa emergência para garantir a segurança da população. Foi precisamente para resolver problemas de segurança que nós os contribuintes lhe pagamos o ordenado uma vida inteira a ele e aos seus pares nas forças armadas. É verdade que na distribuição das vacinas Covid-19 foi mais competente que indivíduos incompetentes da política rodeados de outros dependentes da política, sem técnicos competentes. Ora perante os vícios políticos e resultados desastrosos desses fraquíssimos antecessores nas vacinas nomeados por Costa, fazer melhor que eles não era difícil. A admiração dos portugueses por Gouveia revela o quão sequiosos estamos por competência e um simples trabalho bem feito. Até uma distribuição de vacinas razoavelmente efetuada em Portugal passa por sinonimo de enormíssima competência merecedora da presidência da república. Em qualquer companhia farmacêutica do mundo um simples gestor júnior de supply chain (cadeia de distribuição) faz o que Gouveia fez. Qualquer um é melhor numa tarefa que os políticos socráticos nomeados por cunha, nepotismo e contra o mérito. Não conhecemos nenhum outro país do mundo em que o responsável pela distribuição de vacinas, de mantimentos ou do que quer que seja em caso de emergência e ameaça à segurança queira ser promovido a presidente da república. Em países mais exigentes de mérito para chegar ao topo do país é preciso dar muito mais provas na vida publica do que só num único episódio assim.
Muito mais difícil e sinonimo de ser verdadeiramente mais eficiente que tais socráticos da política é ter coragem de ser vocalmente contra eles, como Seguro foi, e pôr os melhores técnicos do mundo a resolver problemas, como Seguro fez, em vez de ser complacente com incompetentes e/ou corruptos da política. Isto em vez de só dizer as mesmas vacuidades inócuas e fofas que não exigem coragem nenhuma nem põem maus políticos em causa como vemos Gouveia fazer. Com Gouveia pensamos que ficam os socráticos do costume da política descansados e bem servidos tal como ficaram com Marcelo. Este não os denunciará nem porá fim aos seus vícios. Haverá fraternidade com eles e tudo continuará na mesma como a lesma. Os piores serão nomeados para tudo no Governo e instituições publicas sem qualquer objeção ética sobre negócios misturados com política. O nepotismo e incompetência vão continuar a florescer. Se o filho do Costa quiser ser ministro Gouveia assina de cruz no empossamento tal como Marcelo assinou que a filha do Vieira da Silva devia ser ministra. Se Montenegro lhe passar pela cabeça nomear os jovens filhos para altos cargos políticos, Gouveia nunca o saberá salvar de semelhante suicídio político, numa altura em que os portugueses já perderam por completo a paciência com o nepotismo terceiro-mundista. Gouveia é uma solução fácil, mas perigosa para o PSD, se o apoiarem revelam que não querem reformar nada.
O Almirante que nos perdoe se estivermos enganados, mas ele parece ser mais do mesmo. Ouvimos dele discursos sempre vácuos, típicos do centrão da corrupção, sem pôr o dedo em nenhuma ferida profunda de Portugal. Vende-se como externo à política por ter uma farda em vez de fato de político típico, mas não o vemos denunciar nenhum dos males profundos que afetam Portugal, criados pelos vícios de maus políticos típicos. Nunca denunciou os negócios misturados com política como Seguro corajosamente fez. Não conhecemos Gouveia e Melo, mas parece-nos ser uma espécie de Marcelo, Rui Rio ou Marques Mendes apenas mais alto e fotogénico. Foi capaz de resolver uma emergência de segurança de forma aceitável, mas não dá indícios de ir fazer algo para estimular a resolução dos problemas intrínsecos e graves do estado. Não fará nada contra a corrupção ou incompetência. Nada resolverá dos seríssimos problemas que as medidas de extrema-esquerda nos legaram e tem de ser urgentemente resolvidos. Não tem coragem para isso dado o seu discurso politicamente correto que podia ser escrito por uma inteligência artificial qualquer a quem pedíssemos na prompt: “Escreve-me um discurso agradável de coisas fofas e vagas vindas de um político típico português das ultimas décadas. Coisas que não ponham em causa nada nem ninguém, nem mesmo os vícios que deixaram Portugal para trás. Não te comprometas com nada, nem fales em reformar nada. Sobretudo assobia para o lado em questões controversas que sejam problemas sérios para Portugal.”
O Chega se está verdadeiramente contra a corrupção não pode apoiar um tíbio como Gouveia e Melo que não ousa desafiar a podridão da corrupção e incompetência que corroem Portugal. Se os seus militantes estão verdadeiramente a falar sério contra a corrupção e não fazendo sentindo nenhum avançar Ventura outra vez para candidato a presidente da república (que é novo e mais tarde ou mais cedo será primeiro-ministro se os eleitores o continuarem a achar genuinamente contra a corrupção) far-lhes-ia bem engolir um sapo, apoiando ou deixando abrir caminho a Seguro. Se Ventura tivesse a coragem de apoiar um homem sério como Seguro isso revelaria maturidade, sentido de estado e ausência de hipocrisia na luta contra a corrupção. Seguro seria um bem maior na luta contra os negócios misturados com política na qual o Chega afirma estar interessado e devido à qual ganhou tantos votos. Gouveia é só um caminho fácil que nada mudará. Se o Chega o apoiar cheirará a hipocrisia numa suposta luta contra o sistema do costume.
Obviamente que a nível ideológico não seria do maior agrado do Chega a eleger Seguro que é um homem do centro-esquerda moderado e não da direita vincada. No entanto mesmo a nível ideológico Seguro seria um mal menor para o Chega comparado com um Almirante que está sempre a dizer banalidades típicas de político típico (até quando antes disse que não seria candidato a presidente da república estava a fazer o jogo típico de um político enguia que não diz a verdade logo nem assume as coisas frontalmente). Tudo indica pelos seus discursos ocos, politicamente corretos, incluindo chavões woke, que Gouveia de Melo será muito mais complacente com os desastres provocados pela extrema-esquerda que Seguro que nunca o foi.
Aliás Seguro sempre foi odiado por muito da nossa imprensa dos interesses e da extrema-esquerda. Nunca perdoaram e sempre castigaram (e ainda castigam tentando fragilizá-lo) a coragem que Seguro teve em denunciar que havia um partido (dentro dos dois partidos de poder) dos negócios misturados com política que não planeava servir os Portugueses, mas servir os interesses. Isto enquanto essa mesma imprensa dos interesses e dos comentadores de extrema-esquerda nunca param de elogiar Gouveia e Melo. Isso ou pelo menos nunca o questionam nem o insultam com a intensidade com que o faziam contra Seguro. Isto parece sugerir que os interesses do costume vão sobreviver bem com Gouveia. Dão-no por um candidato consumado e adquirido. Que não se deve questionar. Tal e qual como abriram por completo o caminho a Costa, fechando-o ao máximo a Seguro. Até por esse aspeto comum do ataque incessante pela imprensa tradicional Ventura devia perceber que Seguro é o melhor e mais forte candidato pela verdadeira mudança em Portugal. Seguro é a verdadeira afronta presidencial aos interesses pois representa o que os Portugueses mais querem e precisam no combate a tais interesses. Em 2014 durante as primarias do PS, chegámos a ouvir e ler, atónitos, nos nossos principais jornais e canais de TV que Seguro apesar de se preparar muito para os debates nas primarias, estudar muito os dossiers e saber os dados todos dos problemas para os resolver era só um “marrão” que não saberia governar. Isto enquanto afirmavam que Costa que não sabia nada e vinha para os debates das primarias completamente impreparado (tal como para o governo onde encomendou uma agenda para a década que nunca cumpriu) era um “líder natural mais bem preparado para governar Portugal.” Ou seja, para os interesses representados por demasiada da nossa comunicação social a impreparação e não questionar nada de profundo é uma vantagem para eles fazerem o que que querem com os portugueses e o nosso dinheiro. Os elogios a Gouveia e Melo de tal comunicação social encaixam na mesma linha.
Uma das principais razões nunca contada por uma comunicação social telecomanda por interesses de tanto falso testemunho na TV e jornais sobre Seguro ser “fraco” é que sabiam que um vencedor forte como Seguro caso fosse primeiro-ministro, vencendo, se o tivessem deixado, uma quarta eleição (que o verdadeiro poucochinho Costa nunca conseguiu ganhar a Passos) depois de já ter vencido três eleições consecutivas, não ia nomear para o governo os socráticos incompetentes do costume. Estes sobreviveram escondidos na lábia de Costa e agora caíram devido à inépcia de Pedro Nuno para os disfarçar. Com Seguro nunca os socráticos nos teriam desgraçado a governar ainda mais quase uma década perdida depois da bancarrota de Sócrates. Seguro enquanto líder do PS rodeou-se de pessoas competentes tecnicamente a nível mundial e/ou honestas que fariam parte de um governo eficiente e anticorrupção como Portugal nunca viu. O autor destas linhas colaborou com Seguro e foi testemunha disso. Por exemplo Seguro rodeou-se de vários dos melhores profissionais de saúde do país e do mundo. Foi buscar técnicos voluntários vindos das melhores universidades do mundo como Harvard e das sedes das melhores empresas do mundo. A maioria de nós já tínhamos ganhado dinheiro fora da política e ganhávamos mais no mundo profissional. Fazíamos política voluntariamente, sem precisarmos dela para nada, numa espécie de governo sombra e estávamos dispostos genuinamente para ajudar Seguro e servir Portugal. Seguro e o seu extenso grupo era apoiado e acarinhado por bons autarcas por todo o país. Havia e há uma multidão maioritária de dezenas de milhares de militantes do PS desejosos de mudança com Seguro. No início a maior parte das federações estavam com Seguro exceto as dos figurões típicos da política à volta de Lisboa. Estes só regressaram ao poder com a ajuda da comunicação social nas primárias onde tudo de caciquismo e maldizer valeu para minar Seguro e elogiar Costa.
Seguro era odiado pela cúpula de deputados nomeados por Sócrates. Costa era e foi a tabua de salvação deles. Ao contrário dos socráticos promovidos pela imprensa, todos aqueles que estávamos com Seguro não o fazíamos para nos servirmos de Portugal. No entanto, a imprensa mentirosa ao serviço dos interesses e amiga de tais deputados socráticos achincalhava Seguro como o “sistema” enquanto elogiava Costa como trazendo “frescura” para PS. A frescura deles eram, por exemplo, João Galamba que dizia vomitar contra Seguro, entre outra dúzia de figurões idênticos e fãs assumidos de Sócrates no passado que nunca o criticaram e sempre o desculparam e adularam enquanto ele tinha poder. Ou sejam mais e mais copias de Sócrates na falta de ética e ainda por cima, de repente, convertidos em esquerdistas radicais. Isto por oportunismo para, apesarem de perderem contra Passos, se agarrarem ao poder com o apoio da extrema-esquerda à qual tudo permitiram desde a imigração excessiva ao wokismo intragável. Isso para os deixarem paz no esbanjar do dinheiro dos nossos impostos. Com o golpe contra Seguro para tomarem Portugal de novo, queriam e tiveram mais negócios misturados com política e cargos muito bem pagos. Por exemplo, enquanto o SNS só piorou e a proteção civil não funcionou em fogos horríveis, gastaram milhares de milhões de euros dos contribuintes que voaram em nacionalizações como a da TAP feitas por amigos supostamente pro bono de Costa. Enquanto os computadores não chegavam aos alunos na altura do Covid-19, houve compras de milhões na CP de bitola ibérica que ninguém usa na europa e já nem a Espanha quer. Apagões depois de centrais a carvão misteriosamente fechadas e milhares de milhões gastos em negócios de renováveis onde até o hidrogénio ia ser pretexto para gastar ainda mais já depois de Sócrates deposto, mas com Costa e a agora derrotadíssima direção do PS ao leme. Os exemplos não acabam e já não deviam ser mais. Portugal não aguenta mais.
O tempo dos promotores incompetentes dos negócios misturados com política e das ideias do Bloco de Esquerda durou demasiado, mas já passou e não volta mais. A população percebeu finalmente e fartou-se de vez. Na disto teria sido permitido por Seguro. António José Seguro sendo honesto, moderado e competente estava certo antes do tempo. Estas suas três qualidades, entre outras, eram as que os Portugueses mais precisavam nessa altura e exigem agora nas eleições. Portugal perdeu uma oportunidade preciosa de ter Seguro como excelente primeiro-ministro há 10 anos. Portugal não pode agora perder esta segunda oportunidade de ter alguém único assim a liderá-lo, desta vez na Presidência da Pepública. Os Portugueses e os seus principais partidos podem e devem unir-se em redor do honesto, integro, corajoso, reformista, moderado, inclusivo e vencedor Seguro.