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O fenómeno não é recente. Todos vemos passar as motinhas da Uber Eats ou da Glovo, para nomear apenas duas empresas. Há outras, várias. Um ex-aluno meu, há uns anos atrás e talvez antes do tempo, lançou uma destas empresas: a NoMenu. Foi pioneira. Trabalha com uma rede de restaurantes relevante. Tem uma cobertura aceitável, para não dizer boa. Perde, talvez, em notoriedade face a outras empresas (plataformas) mais recentes. Mas não perde em rede e em capacidade de entrega. E não deixa de ser uma opção interessantíssima a considerar.

No final, porém, não haverá espaço para muitas destas empresas a curto-médio prazo e ganhará (ganharão?) quem tiver capacidade de angariar e reter uma rede de fornecedores (restaurantes), quem conseguir fidelizar clientes e, para isso e acima de tudo, quem souber fazer bem a última milha. A milha de entrega em casa. Onde conta o tempo mas, também, o valor cobrado e a qualidade do serviço.

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