Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
António Vieira Monteiro era um excelente profissional de banca, com uma enorme experiência. Eu penso que dos melhores que o país tem, ou tinha até agora, e que tem uma carreira excepcional no nível do sistema bancário, quer na altura que era privado antes das nacionalizações, quer nas nacionalizações, quer nas privatizações posteriormente, e quer nesta última fase em que voltámos a ter um setor maioritariamente privado. E recordo-me que ele era de uma classe, no sentido de um início de carreira, que era do antigo BPA, em que conjuntamente com ele há um conjunto de outras pessoas que aí iniciaram a carreira e que são mais ou menos da sua geração e que todos eles eram excelentes profissionais. Portanto, também acho que neste momento é interessante lembrar que houve determinadas escolas bancárias que foram boas escolas para muito boas pessoas, quer do ponto de vista pessoal, de princípios, quer do ponto de vista profissional.
Portanto, faz parte de uma geração, é isso? É assim que coloca Vieira Monteiro.
Foi uma geração que se iniciou muito no antigo BPA.
No nomeado está, também certamente, a Jardim Gonçalves, a Miguel Cadilhe.
O Jardim Gonçalves não era dessa geração do BPA.
Era anterior.
Não era do BPA, era de outro banco. Do BPA era Vieira de Almeida, Artur Santos Silva, Rui Vilar, António Vieira Monteiro e mais. Foi um grupo que se iniciou mais ou menos na primeira fase. Eu penso que o doutor Vieira de Almeida, ainda vivo, era provavelmente o mais sênior nessa fase inicial, mas todos eles, do ponto de vista profissional e eu diria do ponto de vista pessoal, penso que foram e são uma geração muito competente.
Obrigada por ter ouvido este podcast. Se gostou, pode subscrevê-lo, pode partilhá-lo e também pode ouvir a Rádio Observador Online em 98.7 em Lisboa e em 98.4 no Porto.