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Vamos às notícias. Jornal das quatro, edição com José Rafael Lopes. Está prevista para esta hora, José, uma conferência de imprensa da Proteção Civil para dar conta de um novo agravamento das condições meteorológicas nos próximos dias. É uma conferência de imprensa que vai ter a presença da Ministra da Administração Interna.
Maria Lúcia Amaral está na sede da Proteção Civil, em Carnaxide. Juntou-se ao quartel-general para acompanhar os trabalhos quando eram 15h30. As previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera dão conta de um agravamento das condições meteorológicas nos próximos dias. Nesse sentido, o briefing que está previsto para esta hora tem o objetivo de apresentar as condições meteorológicas e está previsto também que sejam apresentadas medidas operacionais em curso, bem como recomendações à população, com especial foco nas medidas preventivas e de autoproteção. Neste jornal contamos acompanhar esta conferência de imprensa conjunta da Proteção Civil, do IPMA e da Agência Portuguesa do Ambiente.
Já lá vamos, assim que se inicie essa conferência de imprensa, mas falamos também do Ministro da Presidência, que garante que há dezenas de milhares de profissionais que estão no terreno à procura de recuperar as infraestruturas energéticas.
Garantia deixada pelo ministro, embora ainda na última hora a Ordem dos Engenheiros tenha alertado para a falta de recursos humanos. António Leitão Amaro garante que a capacidade máxima de recursos está arregimentada e que a cada hora milhares de pessoas voltam a ter luz.
Talvez agora já, durante o dia de hoje, todas as capitais de concelho estejam com fornecimento de energia elétrica, mas depois a chegada a cada casa, a cada fábrica, a cada loja, depende de um trabalho físico, como vimos agora também na alta tensão, mas também na baixa tensão, de reconstrução de cabos, postes que caíram abaixo. Portanto, é um trabalho moroso, que está a ser feito com colocação de todos os recursos. Há dezenas de milhares de profissionais operacionais que estão no terreno.
António Leitão Amaro, depois de visitar a Unidade Local de Saúde, onde assegurou também que a Ministra da Saúde está a acompanhar a situação desde o primeiro momento.
Às 07h e pouco, 08h, da manhã da quarta-feira, dia 28, estava a Ministra da Saúde ao controle da situação, a contar-me os esforços que estavam a ser feitos para um desafio que existia naquele momento, que era, além da energia elétrica, que estava mobilizada pela E-Redes, com um gerador especial aqui trazido, as comunicações que já estavam asseguradas, estava a Ministra da Saúde ao controle e ao comando da situação também relativamente a Leiria, que estava a ser tratado o desafio seguinte, que era assegurar que os profissionais de saúde conseguiam aqui chegar. O Ministério da Saúde está aqui, a senhora Secretária de Estado da Saúde está aqui, o diretor-executivo do SNS está aqui.
O ministro da Presidência diz também que a prioridade é agora o levantamento dos dados, dos danos e o acionamento dos seguros.
A recuperação da rede elétrica nos locais afetados pela Depressão Cristina pode demorar dias devido à falta de recursos humanos.
É o que diz o vice-presidente da Ordem dos Engenheiros, Jorge Lissa. Admite que os planos de contingência das empresas de transporte e distribuição da rede elétrica não estão preparados. Em entrevista na Rádio Observador, Jorge Lissa insiste que os recursos para a recuperação e a manutenção das redes são escassos perante também a dimensão dos estragos.
Nos períodos de recuperação, a meu ver, é uma falta de recursos em quantidade suficiente para a dimensão do dano. Isto é, as empresas têm as suas pessoas e têm as suas equipas contratadas, nomeadamente empreiteiros que têm contratos programa estabelecidos, que têm uma determinada dimensão, em número de pessoas, em número de máquinas, em número de ferramentas.
Jorge Lissa, vice-presidente da Ordem dos Engenheiros, em entrevista na Rádio Observador. A esta hora, há ainda mais de 270 mil casas sem eletricidade no país. É o balanço mais recente da E-Redes. A maioria das casas sem luz continua a estar no distrito de Leiria. São agora 212 mil. No último balanço feito às 11h, estavam 285 mil clientes sem eletricidade em todo o país.
A Ministra do Ambiente e da Energia garante que já foram distribuídos 200 geradores pelas zonas mais afetadas pelo mau tempo.
Esta manhã, Maria da Graça Carvalho acompanhou o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, a uma visita à Marinha Grande. Em declarações aos jornalistas, a Ministra do Ambiente e da Energia considera que já foi feito um trabalho enorme, mas reconhece que ainda há muita gente sem eletricidade e sem telecomunicações.
Nós tivemos um pico com mais de 1 milhão de casas sem eletricidade. Passado 24 horas, tínhamos praticamente 450 mil, uma grande redução, e passado 48 horas, 290 mil. A maior parte delas, cerca de 220 mil, aqui nesta zona de Leiria, mas foram distribuídos 200 geradores para esta zona.
A Ministra do Ambiente e da Energia que garantiu que ainda há geradores disponíveis. Maria da Graça Carvalho explica também que na distribuição destes geradores foi dada prioridade a hospitais, centros de saúde e empresas de distribuição de água.
O ministro da Economia anunciou que o governo já criou um canal de comunicação para que os autarcas das regiões afetadas pelo mau tempo possam comunicar os estragos e prejuízos.
Manuel Castro Almeida esteve reunido com autarcas na Comunidade Intermunicipal de Leiria. Admite que os danos causados pelo mau tempo vão ter impacto nas cadeias de produção, devido ao elevado número de fábricas com danos estruturais. Diz, ainda Manuel Castro Almeida, que o foco agora é em articular posições e perceber como o Executivo pode ajudar. Para tal, o ministro diz que foi criado esse canal de ligação entre autarquia e governo, de modo a facilitar a comunicação entre ambos.
Sobretudo, ficaram estabelecidos canais para que os autarcas possam cooperar e colocar os problemas junto do governo. Há um canal de ligação entre as autarquias e o governo. Foi isso que nós quisemos criar hoje e facilitar este contacto para que o governo possa dar a ajuda que tiver de dar.
Declarações do Ministro da Economia após uma reunião com autarcas da região de Leiria.
A Marinha Grande é também uma das zonas mais afetadas pelo mau tempo. Há um rastro de destruição nas fábricas desta zona.
A Marinha Grande é uma das localidades conhecidas pelo fator industrial e não há uma fábrica que esteja intacta depois da tempestade. É o caso da Crisal, uma fábrica de vidro, uma das mais antigas da zona. O diretor Carlos Viegas rejeita, para já, uma paragem total da produção, mas com uma parte da empresa destruída, admite já grandes atrasos e prejuízos.
Não é previsível que isso aconteça. Tínhamos em atividade, antes da tempestade, cinco linhas de produção. Neste momento estamos a começar a atividade com três delas, a retomar a atividade com três. Temos as outras linhas que ainda não têm condições de arranque, simplesmente porque a cobertura não nos permite. Está a chover em cima dos equipamentos, os equipamentos estão protegidos e vamos ter que arranjar soluções rápidas de repor a cobertura. E estamos a ter dificuldades muito grandes, porque não há materiais, não há pessoas, os fornecedores estão exacerbados de solicitações e de trabalho. Portanto, a nossa situação mais crítica é mesmo voltar a proteger a infraestrutura por substituição das coberturas, que vão demorar algum tempo.
Carlos Viegas é diretor de uma das fábricas na Marinha Grande, aqui a dar conta desses problemas devido ao mau tempo. Já o técnico de apoio, João Vitorino, não hesitou em ajudar quando viu a cobertura da empresa voar. No entanto, à Rádio Observador, admite que está com algum medo de uma próxima tempestade.
As previsões dizem que acho que vem aí mais qualquer coisa, se calhar não tão grave como esta, mas preocupa-me um bocado, porque em cima do estrago que está feito, se vier agora algo, pode não ser tão forte, mas se calhar vai continuar a fazer estragos, porque nós temos estruturas todas fragilizadas e se calhar ainda vamos continuar a ter mais estragos, mas estamos cá para arregaçar as mangas e irmos à luta.
Declarações de João Vitorino, é técnico de apoio de produção numa das muitas fábricas da Marinha Grande. Estes são depoimentos recolhidos pela jornalista Nadine Soares, que está em reportagem precisamente na zona da Marinha Grande, que sofreu com a tempestade Cristine e na zona industrial ficam os pedaços de metal e os vidros partidos.
Nas presidenciais, André Ventura diz que a campanha será agora dedicada apenas ao tema da recuperação das zonas afetadas.
Não é uma suspensão, mas é quase. A campanha presidencial do candidato apoiado pelo Chega vai sofrer alterações. Esta manhã, André Ventura já alterou um contacto com a população para uma recolha de bens alimentares dedicada à zona centro, antes de anunciar, Miguel Vitor Dias, mudanças de fundo na campanha.
Depois de ter estado em Leiria e ter ouvido palavras de apoio, mas também algumas críticas de aproveitamento político, André Ventura trocou uma arruada por uma recolha de bens alimentares.
Só tem legitimidade para criticar quem fizer alguma coisa. E nós queremos criticar porque o país não pode continuar a gastar milhões e milhões e milhões e milhões de euros em sistemas de comunicação, em sistemas de energia e depois quando é preciso, não os tem, mas só pode fazer isso se ao mesmo tempo estiver a ajudar quem está a passar mal.
E admite que a campanha eleitoral vai ter alterações de fundo enquanto o país estiver à procura de recuperar da tempestade.
Provavelmente. Agora estou a dizer-vos ainda provavelmente, porque tenho que reunir com o resto da equipa. Face ao cenário que temos e que hoje temos também, e tanto quanto sei, quanto pude ver até ao momento em que estamos, continuam as pessoas em grandes dificuldades em muitos distritos do país. Eu acho que nós temos que ajudar e, portanto, não faz sentido estar a fazer uma campanha normal, com arruadas, com comícios, quando as pessoas estão a sofrer.
Sem concretizar, André Ventura fala em mudanças grandes no plano da campanha. O que se mantém são as críticas ao primeiro-ministro com a intenção de ir aos locais com a presença de jornalistas.
Quem se expõe, expõe-se a riscos, expõe-se a confronto. Eu sou assim, eu não sou de me esconder. Eu acho que os políticos têm que estar onde as pessoas precisam. O político, o primeiro-ministro, o candidato a presidente da República, não deve ir em sítio fechado até um aeródromo onde fica fechado lá dentro. Não, as pessoas querem nos dizer coisas.
E de caminho, modera o tom com António José Seguro para deixar um desafio.
Nem eu nem o António José Seguro somos candidatos do governo. Por isso acho que se devemos fazer alguma coisa, que façamos, que diabo. E eu desafio o meu adversário a fazer o mesmo, porque assim as pessoas veem que quer à esquerda, quer à direita, pelo menos preocupamo-nos.
André Ventura, depois de ter carregado paletes de água, latas de conservas e ração para animais.
A reportagem do Miguel Vitor Dias, que está a acompanhar a caravana de André Ventura e ainda à espera das mudanças na agenda do candidato presidencial nos próximos dias, por causa do mau tempo.
O PS acusou o governo de insensibilidade e falta de preparação para gerir crises no país. José Luís Carneiro considera que a Proteção Civil decretou o estado de prontidão especial demasiado tarde.
São críticas deixadas esta manhã na sede do PS, no Largo do Rato. O líder socialista convocou os jornalistas para dizer que o executivo, liderado por Luís Montenegro, voltou a falhar na gestão atempada de mais uma crise. José Luís Carneiro lembra o aviso do IPMA para apontar o dedo ao governo, mas também à Proteção Civil.
Mais uma vez, o governo mostrou insensibilidade e impreparação para antever e gerir atempadamente esta crise. Tinha acontecido no apagão, aconteceu nos incêndios e voltou a acontecer agora. O IPMA informou a tempo e horas, o que significa que se conheciam as características da tempestade e onde ela poderia ser mais severa.
As palavras de José Luís Carneiro no Largo do Rato, a sede do PS. O socialista esteve ainda reunido esta manhã com autarcas e deputados socialistas das zonas mais afetadas pela passagem da depressão Cristine.
E amanhã chega mais ajuda a Leiria. Os escuteiros estão a mobilizar-se para prestar apoio às populações mais afetadas.
O Corpo Nacional de Escuteiros está a atuar em duas frentes. Os escuteiros estão interligados com a Cáritas de Leiria para recolher os bens que possam ser mais necessários E estão também a reunir voluntários, sendo que os primeiros devem chegar amanhã de manhã a Leiria. O secretário nacional do Ambiente e Sustentabilidade do Corpo Nacional dos Escoteiros explica de que forma vai ser feito este apoio à população.
Ou as câmaras municipais, ou as proteções civis, identificam-nos as dificuldades, quais são os pontos de maior necessidade para limpeza, para arrumação, para apoio a algumas pessoas. As atividades são de vário género, existe desde situações de impedimento de limpeza de zonas, como pode ser encaminhamento, acompanhamento e apoio a algumas pessoas alojadas ou de pequenas reparações que sejam possíveis de fazer de uma forma mais imediata para minorar o impacto dessas situações.
José Rodrigues, o secretário nacional do Ambiente e Sustentabilidade do Corpo Nacional dos Escoteiros, que tem a tutela da Proteção Civil, aqui em declarações à Rádio Observador.
Também a Cruz Vermelha apela a campanhas solidárias, mas apenas se forem organizadas para não criar sobrecarga logística.
A Cruz Vermelha tem estado no terreno, nas regiões mais afetadas pela depressão Christine, mobilizaram apoio médico, geradores e dezenas de ambulâncias em articulação com o INEM. O coordenador nacional de emergência da Cruz Vermelha, Gonçalo Órfão, explica de que forma estão a atuar.
A nossa primeira preocupação foi reforçar a capacidade de respostas das nossas estruturas locais. Também tivemos bastantes dificuldades a nível de comunicações, reforçando estas comunicações por rádio, por comunicações satélite, para conseguirmos também depois articular respostas locais. Paralelamente, nós temos uma equipa nacional que faz o reforço e que em articulação com o INEM e com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, tem reforçado sempre que há necessidade. Estamos a falar de ambulâncias, equipas logísticas, instalação de geradores, criação de zonas de abrigo.
Gonçalo Órfão, que explica que, por enquanto, ainda não há uma grande afluência a estas zonas de abrigo. O coordenador nacional de emergência da Cruz Vermelha apela ainda à necessidade de mais campanhas solidárias.
A Polícia Judiciária portuguesa e o Serviço de Investigação Criminal de Moçambique confirmam: a morte de Pedro Ferraz foi suicídio.
Foi a conclusão que os dois serviços tiraram sobre a morte do administrador português do banco BCI, em Maputo, Moçambique. Pedro Ferraz apareceu morto no Hotel Polana, em conferência de imprensa. A partir de Moçambique, o inspetor-chefe Santos Martins, da Unidade Nacional de Contraterrorismo da PJ, fala no esforço comum para perceber os contornos da situação.
Um episódio desta violência, cuja etiologia é um suicídio, não é comum. E, portanto, esta nossa deslocação aqui serviu, em primeiro lugar, para ajudar o SERNIC a consolidar todos os elementos probatórios e todos os indícios que já tinha recolhido e, ao mesmo tempo, nós próprios tentarmos perceber o que é que se tinha passado na cabeça da vítima.
As conclusões da Polícia Judiciária a partir de Moçambique, são declarações do inspetor-chefe Santos Martins, da Unidade Nacional Contraterrorismo da PJ, aqui um registo captado pela RTP Notícias. As autoridades concluíram que a morte do administrador português Pedro Ferraz foi um suicídio.
E estava prevista agora para as 16h, essa conferência de imprensa da Proteção Civil, com a presença da ministra da Administração Interna, mas ainda não começou, José.
Maria Lúcia Amaral já está na sede da Proteção Civil em Carnaxide, onde vai ser feito então esse ponto de situação, essa conferência de imprensa conjunta entre a Proteção Civil, o IPMA e também a Agência Portuguesa do Ambiente. Estava prevista para as 16h. É uma conferência de imprensa que vai ser acompanhada pelo repórter João Lourenço, sendo que, João, os jornalistas já estão prontos, aí na sala de conferências de imprensa da sede da Proteção Civil, mas para já ainda não há ninguém preparado para falar aos jornalistas e apresentar este briefing sobre as alterações no mau tempo que estão previstas para os próximos dias.
Precisamente, José, muito boa tarde. Não estão ainda presentes na mesa aqui do auditório principal da sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, aqui em Carnaxide. São quatro elementos que vão falar aos jornalistas, nenhum deles ainda está presente neste auditório. Vão constar deste elenco que irá fazer este briefing também de caráter muito preventivo, até porque, como já referiste, a previsão, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, é que o tempo continua, neste caso, a previsão de vento e chuva vai continuar a permanecer em território continental. Ora, o figurino que vai estar aqui presente nesta conferência de imprensa é Mário Silvestre, comandante da Proteção Civil, também José Manuel Moura, presidente desta Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, e como convidados vão estar José Pimenta Machado, da APA, da Proteção Ambiental, e Nuno Lopes, do Instituto Português do Mar e Atmosfera, ele que, segundo as autoridades, tem estado bastante presente no edifício da Proteção Civil, no acompanhamento de toda a atualização destas previsões meteorológicas para os próximos dias. Quem vai estar a assistir a esta conferência de imprensa é, como já referiste, e bem, Maria Lúcia Amaral A ministra já está desde as 15h30 fazendo uma visita operacional para inteirar-se de tudo o que está sendo desenvolvido por parte da Proteção Civil e depois desta conferência de imprensa irá prestar algumas declarações aos jornalistas, pelo menos as primeiras. Maria Lucília Amaral, que já esteve aqui com o primeiro-ministro logo no primeiro dia das consequências da depressão Cristina, não prestou declarações aos jornalistas, visto que estava cá o primeiro-ministro. Ora, vai então prestar essas declarações num dia em que, como já pudemos ouvir neste espaço de notícias da Rádio Observador, vários ministros se encontram no terreno para fazer o acompanhamento de todos os estragos, as consequências desta depressão Cristina, que tem causado vários transtornos à população nos distritos de Coimbra, Leiria e Santarém. Continuamos a aguardar a presença destes quatro responsáveis para esta conferência de imprensa de caráter preventivo e também de caráter expositivo de tudo aquilo que estas três entidades têm desenvolvido ao longo das últimas horas para o acompanhamento desta depressão Cristina.
O João Lourenço, que vai acompanhar essa conferência de imprensa conjunta por parte da Proteção Civil, do IPMA e também da Agência Portuguesa do Ambiente, conferência de imprensa que vamos acompanhar aqui na Rádio Observador.
José, que outras notícias estão a marcar a atualidade a esta hora?
O Ministério da Agricultura lançou uma nova plataforma para sinalizar prejuízos causados pela depressão Cristina. O anúncio foi feito pelo ministro José Manuel Fernandes, que adianta que o governo está em contato com Bruxelas para avaliar a possibilidade de acionar o fundo de solidariedade. A decisão foi tomada depois de uma visita do ministro por vários locais onde foram verificados danos. A plataforma ficou disponível a partir da noite de quinta-feira. A Câmara Municipal de Leiria pediu aos empresários e comerciantes do conselho para reportarem os danos causados pelo mau tempo. A autarquia está a recolher informações relativas aos danos causados pela depressão Cristina nas instalações das unidades econômicas do conselho. Pede que sejam reportados os prejuízos através de uma plataforma própria. A validação fica depois à responsabilidade da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro. O Benfica vai medir forças com o Real Madrid no playoff de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões. Novo duelo entre as duas equipes depois da vitória do Benfica na passada quarta-feira no Estádio da Luz. A primeira mão do playoff é em Lisboa. O Benfica e Real Madrid joga-se no dia 17 ou 18 de fevereiro. A segunda mão, uma semana depois, acontece no Santiago Bernabéu. E Portugal venceu a Suécia por 36 a 35 e terminou no quinto lugar do Campeonato da Europa de handebol. É o melhor registro de sempre da Seleção Nacional em fases finais de europeus. Portugal venceu a Suécia num jogo em que houve incerteza até o fim e graças a um gol de Martin Costa no último segundo da partida, foi ele que marcou o gol, colocou o marcador em 36 a 35 a favor de Portugal. A Seleção Nacional já tem agora assegurada a presença no Mundial de 2027, que se joga no ano que vem na Alemanha.