Sobre o artigo Confusão no PDR. Filiados de última hora, confusão, gritos e urnas fechadas, a Maná-Igreja Cristã vem solicitar a publicação do presente comunicado-desmentido:

A Maná-Igreja Cristã vem, ao abrigo do Artigo 24.º da Lei de Imprensa, solicitar a publicação do seguinte direito de resposta:

A Maná-Igreja Cristã desmente categoricamente a notícia do jornal online Observador, publicada na sua edição de domingo, 24 de maio de 2015, com o título “Confusão no PDR. Filiados de última hora, confusão, gritos e urnas fechadas”.

Em nome da verdade, credibilidade, prestígio e confiança da Maná-Igreja Cristã importa esclarecer o seguinte:

1 – A Maná-Igreja Cristã é uma Associação organizada para fins exclusivamente religiosos, de caridade e de educação, que não visa lucro de qualquer natureza. Constituída em 14/07/86, com sede em Lisboa, há quase 30 anos, opera através das suas Igrejas em todo o território nacional e internacional.

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2 – Os objetivos desta Associação Religiosa são: conduzir a Igreja local debaixo da direção de Jesus Cristo e da liderança do Espírito Santo de acordo com a Bíblia; louvar a Deus e propagar o Evangelho de Jesus Cristo através de pregações, reuniões, seminários, rádio, televisão, livros, cassetes e outros meios legais; observar uma doutrina e disciplina e forma de louvar de acordo com a “Declaração de Fé”. Assim, em face destes objetivos previstos nos Estatutos da Associação e ao abrigo do disposto no artigo 3.º da Lei da Liberdade Religiosa, a Maná-Igreja Cristã e todas as suas Igrejas estão separadas do Estado e são livres na sua organização e no exercício das suas funções e do culto, não estando associadas a qualquer ideologia e/ou partido político.

3 – Desta forma, a Maná-Igreja Cristã e as suas Igrejas dedicam-se exclusivamente ao seu direito de consciência, de religião e de culto, agindo em conformidade com as normas da Religião Cristã professada, no pleno respeito pelo Direito Internacional, Declaração Universal dos Direitos do Homem, Direitos Humanos, Constituição da República Portuguesa, Lei da Liberdade Religiosa e demais legislação, promovendo o respeito pela boa-fé, pelos bons costumes e a Ordem Pública.

4 – Ora, é completamente falso que tenham sido “hordas da Igreja Maná” a gerar “confusão no PDR”.

5 – A Maná-Igreja Cristã rejeita qualquer “assalto ao partido por uma multidão de uma confissão religiosa” associada com a “Igreja Maná”.

6 – A Maná-Igreja Cristã declina ter dado qualquer instrução no sentido de mobilizar “determinadamente e meticulosamente” uma multidão de fiéis.

7 – A Maná-Igreja Cristã em nenhum momento deu instruções, seja a quem for e a que título for, para que os seus fiéis se deslocassem de autocarro até ao Fórum Lisboa, com o intuito de perturbar a “primeira Assembleia de filiados do Partido Democrático Republicano”, e de se inscreverem para votar a favor de qualquer candidato, seja ele quem for, conforme o Jornal Diário Online Observador, escreveu na sua edição de 24/05/2015.

8 – A Maná-Igreja Cristã esclarece, uma vez mais, que é uma Associação organizada para fins exclusivamente religiosos, que não tem, nunca teve e não pretende ter qualquer ligação ideologias e/ou partidos políticos, não utilizando a sua influência religiosa para instrumentalizar os seus fiéis, seja qual for a sua nacionalidade, em causas desconectadas com os seus objetivos de conduzir a Igreja debaixo da direção de Jesus Cristo e da liderança do Espírito Santo de acordo com a Bíblia, propagando o Evangelho a todo o mundo.

9 – Em face do exposto, a Maná-Igreja Cristã é alheia a toda esta situação e, por motivos que desconhece, viu-se envolvida na notícia do jornal online Observador, publicada na sua edição de domingo, 24 de Maio de 2015, com o título “Confusão no PDR. Filiados de última hora, confusão, gritos e urnas fechadas”, cujo sentido não entende e merece o mais vivo repúdio pela ofensa da credibilidade, prestígio e confiança desta Associação Religiosa, suas Igrejas, Ministros de culto e fiéis em Portugal e nos restantes países do mundo.