Atenção: este artigo diz respeito às provas de 2015. As correções das provas realizadas esta quarta-feira, dia 15/6/2016, podem ser consultadas aqui.

PORTUGUÊS 9º ANO

A correção da Prova Final de Português, referente ao 9º ano do 3º ciclo do Ensino Básico foi disponibilizada no site Da Vinci – Ginásio da Educação. Se pretende ler o enunciado do teste, siga para este site. Para consultar o critérios de correção na íntegra clique aqui.

Grupo I

Resposta correta Pontuação
1 (E) (B) (A) (C) (D) 3
2.1 (B) 3
2.2 (C) 3
2.3 (A) 3
2.4 (B) 3
3 (D) 3
4 (a) viagem – A ocorrência de erros de transcrição não implica a desvalorização da resposta. 2

Grupo II

Resposta correta Pontuação
1 5 no total
Identifica duas das dificuldades enfrentadas pelos navegadores antes de serem colhidos por um tufão. 3
Identifica uma das dificuldades enfrentadas pelos navegadores antes de serem colhidos por um tufão.
OU
Limita-se a transcrever as expressões referentes às dificuldades enfrentadas pelos navegadores antes de serem colhidos por um tufão.
1
Aspetos de organização e correção da expressão escrita 2
Ex.

Os navegadores, antes de serem colhidos por um tufão, enfrentam dificuldades de navegação e a falta de mantimentos / refrescos.

Considera-se igualmente correta a referência à necessidade de os navegadores passarem despercebidos.

2 7 no total
Explicita o sentido da comparação, de forma adequada. 4
Explicita o sentido da comparação, de forma incompleta. 3
Refere-se ao sentido da comparação, de forma imprecisa. 1
Aspetos de organização e correção da expressão escrita 3
Ex. A comparação do barco com um berço sugere a fragilidade e a instabilidade da embarcação, face à terrível agitação do mar, salientando a sua pequenez, que contrasta com o tamanho das ondas.
3 6 no total
Explica, de forma adequada, o significado da expressão, referindo-se ao contexto em que surge. 4
Explica, de forma incompleta ou com pequenas imprecisões, o significado da expressão, referindo-se ao contexto em que surge.
OU
Explica, de forma adequada, o significado da expressão, mas sem se referir ao contexto em que surge.
3
Refere-se, com imprecisões, ao significado da expressão. 1
Aspetos de organização e correção da expressão escrita 2
Ex. A expressão «Uma grande hora» mostra que o grito proveniente da embarcação de António de Faria e a posterior ausência de resposta provocaram nos marinheiros um estado de inquietação e de ansiedade que os paralisou por um período de tempo que lhes pareceu muito longo.
4.1 5 no total
Identifica, de forma inequívoca, o episódio e o plano da ação. 3
Identifica, de forma inequívoca, o episódio.
OU
Identifica, de forma inequívoca, o plano da ação.
1
Aspetos de organização e correção da expressão escrita 2
Ex. As estrofes pertencem ao episódio da «Tempestade» e inserem-se no plano da viagem.
4.2 7 no total
Refere, de forma adequada, duas semelhanças entre os acontecimentos narrados nos textos. 4
Refere uma semelhança entre os acontecimentos narrados nos textos, de forma adequada, e refere uma outra com imprecisões. 3
Refere, de forma adequada, uma semelhança entre os acontecimentos narrados nos textos.
OU
Refere, com imprecisões, duas semelhanças entre os acontecimentos narrados nos textos.
2
Refere, com imprecisões, apenas uma semelhança entre os acontecimentos narrados nos textos. 1
Aspetos de organização e correção da expressão escrita 3
Ex. Em ambos os textos, os marinheiros confrontam-se com situações climatéricas muito adversas à navegação e tomam medidas para evitar o naufrágio (por exemplo, aliviar a carga do navio).

Grupo III

Resposta correta Pontuação
1 (a) 4 | (b) 3 | (c) 1 3
2.1 (A) 3
2.2 (D) 3
3.1 Oração subordinada (substantiva) completiva. 3
3.2 Oração subordinada (adjetiva) relativa (restritiva). 3
4 Ter-lhe-ia emprestado A Peregrinação, se a tivesse lido há mais tempo. 5

FILOSOFIA 11º ANO

A correção do Exame Final Nacional, referente ao 11º ano do Ensino Secundário foi disponibilizada no site Da Vinci – Ginásios da Educação. Se pretende ler o enunciado da prova siga para este site. Para consultar o critérios de correção íntegra clique aqui.

Grupo I

Versão 1 Versão 2 Pontuação
1 (A) (C) 5
2 (D) (D) 5
3 (D) (C) 5
4 (A) (C) 5
5 (A) (D) 5
6 (C) (B) 5
7 (B) (D) 5
8 (C) (A) 5
9 (A) (B) 5
10 (C) (A) 5

Grupo II – Percurso A – Lógica Aristotélica

Resposta correta Pontuação
1 10 no total
Escreve corretamente os dois enunciados na forma padrão. A resposta não contém elementos incorretos. 10
Escreve corretamente apenas um dos enunciados na forma padrão.
Apresenta conteúdos irrelevantes ou incorretos, que não contradizem os conteúdos relevantes e corretos apresentados.
5
R. a) Alguns legumes não são verdes;
b) Todos os legumes são ricos em fibra.
2 Identificação da falácia: (Falácia do) termo (médio) não distribuído. 5
3 10 no total
Constrói um silogismo válido da primeira figura, no modo AII, com os termos maior, menor e médio indicados. 10
Constrói um silogismo válido da terceira figura, no modo AII, com os termos maior, menor e médio indicados.
OU
Constrói um silogismo válido da primeira figura, no modo AII, usando os termos «artistas», «arquitetos» e «escultores», mas não os usando como termo maior, termo menor e termo médio, respetivamente.
5
R. Todos os escultores são artistas. Alguns arquitetos são escultores. Logo, alguns arquitetos são artistas.

Grupo II – Percurso B – Lógica proposicional

Resposta correta Pontuação
1 10 no total
Traduz corretamente as duas fórmulas para a linguagem natural. A resposta não contém elementos incorretos. 10
Traduz corretamente apenas uma das fórmulas para a linguagem natural.
Apresenta conteúdos irrelevantes ou incorretos, que não contradizem os conteúdos relevantes e corretos apresentados.
5
R.

a) Se a Sandra não come legumes com regularidade, (então) (a Sandra) não tem bons hábitos alimentares;

b) A Sandra tem bons hábitos alimentares e (a Sandra) come legumes com regularidade.

2 Identificação da antecedente da proposição: O governo espanhol é autoritário e (o governo espanhol) reduz os apoios à indústria catalã. 5
N.

Se a resposta for «o governo espanhol for autoritário e reduzir os apoios à indústria catalã», deve ser classificada com cinco pontos.

Se a resposta contiver a partícula «se», que faz parte do operador, deve ser classificada com zero pontos.

3 10 no total
Constrói um argumento, com a forma modus ponens, cuja conclusão é «O Luís vai ao cinema». 10
Constrói um argumento, com a forma modus ponens, mas não usa a proposição «O Luís vai ao cinema», ou usa-a como premissa.
OU
Escreve apenas a forma lógica modus ponens.
5
R. Se o Luís quer ver um filme, então o Luís vai ao cinema. O Luís quer ver um filme.
Logo, o Luís vai ao cinema. (modus ponens)

Grupo III

Pontuação
1 25 no total
Comparação das respostas de Kant e de Mill:
– Kant diria que em nenhuma circunstância é moralmente aceitável matar uma pessoa inocente, sem o seu consentimento, para salvar a vida de outras cinco pessoas, ao passo que Mill diria que, numa circunstância excecional, é moralmente aceitável sacrificar a vida de uma pessoa para salvar a vida de outras cinco pessoas;– Kant apresentaria o imperativo categórico para justificar a sua opção, enquanto Mill justificaria a opção contrária por meio do princípio de utilidade:

  • de acordo com Kant, a máxima de matar alguém para salvar um maior número de pessoas viola a fórmula da lei universal, pois não podemos querer que tal máxima se torne uma lei universal (OU a fórmula da humanidade do imperativo categórico estabelece o dever de nunca usar a humanidade, seja na sua pessoa ou na pessoa de qualquer outro, apenas como meio, mas sempre como um fim em si mesma; por essa razão, matar uma pessoa, sem o seu consentimento, seria usar essa pessoa apenas como meio, não respeitando a sua dignidade de ser um fim em si mesma em todas as circunstâncias);
  • o princípio de utilidade, defendido por Mill, estabelece o dever de maximizar a felicidade geral; assim, havendo apenas a opção de matar uma pessoa para salvar outras cinco e a opção de não matar uma pessoa deixando outras cinco morrerem, o princípio de utilidade dita como moralmente certa a opção de matar uma pessoa para salvar cinco pessoas, dado ser esta a opção que promove um total de felicidade maior.
2 20 no total
Explicitação das razões de Rawls:
– numa sociedade organizada de acordo com os dois princípios da justiça, todos os cidadãos são beneficiados em função do princípio da diferença (que estipula que as expectativas dos menos favorecidos sejam maximizadas);– (emcontrapartida,)numa sociedade organizada de acordo com o princípio de utilidade, alguns cidadãos poderão ser sacrificados em nome da felicidade geral ou de um bem maior (pois o princípio de utilidade estipula a maximização do saldo global de felicidade, sem atender à forma como a felicidade e os bens que a ela conduzem são distribuídos);
– quando todos são beneficiados, a aceitação do sistema social é mais elevada (e o sistema é mais estável) do que quando alguns podem ser sacrificados em nome de um bem maior.

Grupo IV

Resposta certa Pontuação
1.1 15 no total
Distingue, com clareza e precisão, as questões de facto das relações de ideias. Estrutura adequadamente os conteúdos relevantes. 15
Distingue, parcialmente ou com imprecisões, as questões de facto das relações de ideias. Apresenta a resposta com falhas na seleção e na estruturação dos conteúdos relevantes. OU
Caracteriza corretamente apenas as questões de facto ou apenas as relações de ideias. Estrutura adequadamente os conteúdos relevantes.
10
Refere, com imprecisões, um aspeto que distingue as questões de facto das relações de ideias.
Apresenta conteúdos irrelevantes e incorretos, que não contradizem os conteúdos relevantes e corretos apresentados.OU
Caracteriza, parcialmente ou com imprecisões, apenas as questões de facto ou apenas as relações de ideias.
Apresenta a resposta com falhas na seleção e na estruturação dos conteúdos relevantes.
5
R. Distinção entre as questões de facto e as relações de ideias:
– as verdades acerca das relações de ideias são verdades intuitiva ou demonstrativamente certas (OU que podem ser descobertas pela razão); (em contrapartida,) as questões de facto apenas podem ser decididas recorrendo à experiência;
– o contrário de uma verdade acerca de relações de ideias implica uma contradição e, portanto, é logicamente impossível; (ao invés,) o contrário de uma verdade acerca de questões de facto não implica uma contradição e, portanto, é logicamente possível.
1.2 15 no total
Apresenta, com clareza e precisão, a explicação de Hume para o facto de estarmos convencidos de que o Sol nascerá amanhã. Estrutura adequadamente os conteúdos relevantes. 15
Apresenta, parcialmente ou com imprecisões, a explicação de Hume para o facto de estarmos convencidos de que o Sol nascerá amanhã.
Apresenta a resposta com falhas na seleção e na estruturação dos conteúdos relevantes.
10
Refere corretamente aspetos do empirismo humeano, mas não apresenta a explicação de Hume para o facto de estarmos convencidos de que o Sol nascerá amanhã.
Apresenta conteúdos irrelevantes e incorretos, que não contradizem os conteúdos relevantes e corretos apresentados.
5
R. Apresentação da explicação de Hume:
– a propensão da mente para acreditar que o Sol nascerá amanhã é um efeito do «hábito» ou do «costume»;– essa propensão é formada a partir da experiência da conjunção constante de dois objetos (ou acontecimentos) distintos: o fim do período noturno e o nascimento do Sol;
– o «hábito» inevitavelmente leva a que, na presença de um objeto (ou acontecimento), esperemos que o outro ocorra.
2 20 no total
Apresentação do problema da indução:
– a indução não está justificada, uma vez que a tentativa de a justificar por meio da experiência é circular (OU a tentativa de a justificar por meio do raciocínio indutivo se baseia, ela própria, no raciocínio indutivo, que, precisamente, necessita de justificação).Justificação, dada por Popper, da irrelevância da indução na prática científica:
– a ciência não recorre ao raciocínio indutivo para testar hipótesese, por isso, não é afetada pelo problema da indução;– segundo a perspetiva falsificacionista defendida por Popper, os cientistas submetem as teorias a testes que visam falsificá-las, e não confirmá-las; – o raciocínio usado na falsificação das teorias é dedutivo, apenas permitindo mostrar conclusivamente que as teorias são falsas.

Grupo V – Percurso A – Experiência estética

Pontuação
1 30 no total

Identificação da teoria da arte segundo a qual toda a arte transmite sentimentos:

− teoria expressivista da arte OU teoria da arte como expressão.
Apresentação inequívoca de uma posição de concordância, total ou parcial, ou de discordância, total ou parcial, relativamente à teoria expressivista da arte.

Justificação da posição defendida:

− No caso de o examinando concordar com a teoria expressivista da arte:

  • a arte é uma expressão intencional de emoções sentidas pelo artista, as quais são clarificadas e transmitidas a um público por meio de linhas, cores, ações, palavras ou sons;
  • para algo ser uma obra de arte, é necessário que o artista sinta, clarifique e transmita um estado emocional a um público;
  • qualquer obra de arte tem de ser capaz de nos emocionar, e o artista é alguém que lida essencialmente com emoções;
  • as pessoas subscrevem implicitamente esta teoria quando criticam uma obra de arte por não as comover ou por as deixar indiferentes, sublinhando a íntima relação entre arte e emoção.

− No caso de o examinando não concordar com a teoria expressivista da arte

  • muitos artistas afirmam não ter tido a intenção de comunicar emoções nas suas obras;
  • há obras complexas, como algumas obras de ficção, em que diferentes personagens geram diferentes tipos de emoções nas pessoas, sendo implausível que o autor tenha experimentado todas essas emoções;
  • os artistas e o seu público não têm de partilhar um estado emocional; por exemplo, muitos atores estão mais preocupados em gerar uma certa emoção no público do que em sentir genuinamente essa emoção;
  • despertar emoções pode ser uma questão de usar as formas adequadas, sem que o artista precise de sentir essas emoções; por exemplo, um escritor de livros de terror pode não ter sentido terror, mas saber como causá-lo nos leitores por meio das formas literárias adequadas a esse fim;
  • a definição de arte como expressão é demasiado restritiva, excluindo da arte um vasto conjunto de obras geralmente aceites como tal, como é o caso, por exemplo, de obras de arte conceptual.

Grupo V – Percurso B – Experiência religiosa

Pontuação
1 30 no total

Identificação do argumento:

− Argumento ontológico OU argumento cosmológico OU argumento do desígnio.
Apresentação inequívoca de uma posição de concordância, total ou parcial, ou de discordância, total ou parcial, relativamente à possibilidade de provar a existência de Deus.

Justificação da posição defendida:
− No caso de o examinando, apoiando-se no argumento ontológico, concordar com a possibilidade de a existência de Deus ser provada:

  • podemos conceber o maior ser possível (o ser mais perfeito);
  • o maior ser possível (o ser mais perfeito) não seria o maior (o mais perfeito) se existisse apenas no pensamento, pois qualquer ser que existisse no pensamento e também na realidade teria algo de que o maior ser (o mais perfeito) careceria, o que seria contraditório;
  • logo, o maior ser possível (o ser mais perfeito) – que é Deus – tem de existir na realidade e não apenas no pensamento.

− No caso de o examinando, apoiando-se no argumento cosmológico, concordar com a possibilidade de a existência de Deus ser provada:

  • qualquer acontecimento no mundo é causado por algo e nada é causa de si mesmo;
  • se a ordem causal regredisse infinitamente, então não existiria uma causa primeira;
  • mas, se não existisse uma causa primeira, também não existiriam as causas subsequentes; porém, essas causas existem;
  • logo, tem de existir uma causa primeira que não faz parte do mundo (que é transcendente) e que é a fonte de todas as causas – essa causa não causada (e transcendente) só pode ser Deus.

− No caso de o examinando, apoiando-se no argumento do desígnio, concordar com a possibilidade de a existência de Deus ser provada:

  • os relógios têm características complexas – consistem em partes (cada uma com uma função) que funcionam em conjunto, com um propósito específico;
  • nada do que conhecemos e que exibe estas características é fruto do acaso, tendo sido sempre intencionalmente concebido por algum autor inteligente;
  • a natureza é, como os relógios, constituída por partes que funcionam em conjunto, mas de uma forma ainda mais complexa;
  • logo, a natureza não é fruto do acaso e teve também de ser intencionalmente concebida por um autor; esse autor superiormente inteligente é Deus.

− No caso de o examinando, apoiando-se em críticas ao argumento ontológico, discordar da possibilidade de a existência de Deus ser provada:

  • tal como da ideia de uma ilha perfeita não se segue que essa ilha tenha de existir, também da ideia de Deus como um ser perfeito não se segue que ele tenha de existir;
  • é ilegítimo pretender provar questões de facto por meio de argumentos a priori, pois o que concebemos como existente pode também ser concebido como não existente, sem que isso implique contradição;
  • o argumento é circular, porque a definição de Deus contém implicitamente, desde o início, o pressuposto de que ele existe necessariamente.

− No caso de o examinando, apoiando-se em críticas ao argumento cosmológico, discordar da possibilidade de a existência de Deus ser provada:

  • tal como pode haver uma longa cadeia finita de causas que, para subsistir, precisaria de uma primeira causa, também pode haver uma cadeia infinita de causas que, para subsistir, não requer uma primeira causa;
  • o Universo, e não Deus, poderia ser a exceção ao princípio de que tudo tem uma causa, existindo simplesmente e, portanto, não exigindo uma explicação adicional para a sua existência;
  • (o argumento incorre na falácia da composição, na medida em que) não é porque cada acontecimento tem uma causa que toda a cadeia de acontecimentos tem igualmente uma causa, ou seja, da premissa de que todos os acontecimentos têm uma causa não se segue que há uma causa para toda a cadeia de acontecimentos.

− No caso de o examinando, apoiando-se em críticas ao argumento do desígnio, discordar da possibilidade de a existência de Deus ser provada:

  • a analogia entre os relógios e o Universo é fraca, pois aprendemos aquilo que sabemos sobre a origem dos relógios observando muitos relógios e também a sua produção pelos relojoeiros; em contrapartida, nunca observamos diferentes universos, visto haver apenas um, nem observamos a sua produção;
  • a ordem do Universo pode ter surgido por um longo processo de adaptação e de seleção natural;
  • o argumento não prova a existência de um ser perfeito, mas, no melhor dos casos, de um ser imensamente poderoso, imensamente inteligente, livre e racional.