O antigo ministro socialista afirma que não subscreve “a fórmula do fim da austeridade” e que um país “com uma dívida” como Portugal “não pode embarcar em visões muito facilitadoras”. Uma crítica à política do Governo socialista.

“O país com a dívida que nós temos não pode embarcar em visões muito facilitadoras”, disse o antigo ministro no programa “Conversa Capital” da Antena 1, criticando a posição adotada por Mário Centeno, atual ministro da Finanças. “Temos que avaliar até que ponto a política económica que aí vem se vai orientar”, acrescentou ainda.

O antigo ministro dos Negócios Estrangeiros de Sócrates disse no início de novembro que tinha preferência por um Governo de Bloco Central e agora tema que se o país “ficar refém do aumento do estímulo do consumo, criará outros problemas”.