Com o Governo do PS, apoiado pela esquerda, voltam também quatro feriados nacionais – dois religiosos e dois civis – suspensos em 2012. São eles os feriados do Corpo de Deus (um feriado móvel que no próximo ano se celebra a 26 de maio), da Implantação da República (5 de outubro), do Dia de Todos os Santos (1 de novembro) e da Restauração da Independência (1 de dezembro). A votação está prevista para 8 de janeiro no Parlamento.

E isso tornará o próximo ano particularmente folgado: num ano bissexto com 105 dias de fim de semana e 14 feriados, 5 deles permitem um fim de semana alargado e outros 5 oferecem a possibilidade de se fazer ‘pontes’. O Observador desenhou um calendário para os nosso leitores poderem imprimir: carregue em cima da imagem.

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De entre os 14 feriados, três são celebrados à sexta-feira (o Dia de Ano Novo, 1 de janeiro, a Sexta-Feira Santa a 25 de março e o Dia de Portugal, a 10 de junho) e dois à segunda (o Dia da Liberdade a 25 de abril e o Dia da Assunção de Nossa Senhora, a 15 de agosto): para quem só trabalha em dias úteis, estes serão os cinco fins de semana prolongados.

Outros cinco calham ou à terça-feira (o Entrudo, a 9 de fevereiro, e o Dia de Todos os Santos, a 1 de novembro) ou à quinta-feira (Imaculada Conceição, a 8 de dezembro, Corpo de Deus, a 26 de maio, e a Restauração da Independência, a 1 de dezembro), por isso muitas empresas podem decidir fazer ‘ponte’, oferecendo a segunda ou a sexta-feira aos trabalhadores. Ou estes podem optar por ‘meter’ um dia de férias para poder gozar quatro dias de descanso.

Além da Páscoa – que no próximo ano se celebra a 27 de março – há mais dois feriados que calham no domingo e que, sendo assim, não têm efeito prático no horário de muitos portugueses: são o Dia do Trabalhador (a 1 de maio) e o Dia de Natal (a 25 de dezembro). Sobra o feriado da Implantação da República, celebrado a 5 de outubro, que desta vez acontece a meio da semana, uma quarta-feira.