Dark Mode 109kWh poupados com o Asset 1
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Hoje é um bom dia para mudar os seus hábitos. Saiba mais

Logótipo da MEO Energia

Moreira da Silva não foi escolhido para cargo da ONU

O ex-ministro do Ambiente de Pedro Passos Coelho não foi escolhido para o cargo de subscretário-geral da ONU. Moreira da Silva acabou por ser preterido a favor da mexicana Patricia Espinosa.

i

No Facebook, o ex-ministro elogia Patricia Espinosa, a escolhida para o cargo

MÁRIO CRUZ/LUSA

No Facebook, o ex-ministro elogia Patricia Espinosa, a escolhida para o cargo

MÁRIO CRUZ/LUSA

Jorge Moreira da Silva, ex-ministro do Ambiente de Pedro Passos Coelho, não foi o escolhido para o cargo de subsecretário-geral da ONU. O social-democrata estava na shortlist final, mas acabou por ser preterido a favor da mexicana Patricia Espinosa.

O primeiro vice-presidente do PSD tinha confirmado na segunda-feira que estava na corrida ao cargo de secretário-executivo da Convenção das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, um posto que equivale ao de subsecretário-geral da ONU. Os rumores circulavam há muito e foram confirmados por Luís Marques Mendes, no seu habitual espaço de comentário na SIC.

Num texto publicado na sua página de Facebook, Moreira da Silva explicava que tinha ultrapassado “as várias fases de um processo muito competitivo”. Na semana passada, o deputado social-democrata tinha sido entrevistado pelo próprio secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, mas o sul-coreano acabou por escolher Espinosa.

Esta terça-feira, também no Facebook, Moreira da Silva acabou por revelar o desfecho da candidatura. “Caros amigos, acaba de ser anunciado. Foi escolhida Patricia Espinosa, ex-ministra dos Negócios Estrangeiros do México e atual embaixadora na Alemanha. Estivemos os dois até ao fim como finalistas”, revela o ex-governante.

O deputado social-democrata considera que Espinosa “foi uma excelente escolha” e lembra que a mexicana “liderou com êxito a Cimeira de Cancun”. “Desejo-lhe o maior êxito agora na concretização do Acordo de Paris”, escreveu Moreira da Silva.

Recomendamos

A página está a demorar muito tempo.