Presidente da República

Marcelo diz que é prematuro falar sobre nacionalização do Novo Banco

Presidente da República diz que é preciso "esperar para ver" o que acontece ao Novo Banco, que o essencial da CGD é a recapitalização e que, para palavra do Ano, prefere "descrispação" a "geringonça".

O Presidente da República falou com os jornalistas à saída de uma escola em Cascais

TIAGO PETINGA/LUSA

O Presidente da República não se quis alongar sobre as temáticas do dia: Novo Banco e Caixa Geral de Depósitos. No final de uma visita a uma escola, na manhã desta quarta-feira, Marcelo Rebelo de Sousa disse aos jornalistas que achava que era “prematuro” falar sobre uma eventual nacionalização do Novo Banco – hipótese que não foi descartada pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, em entrevista à TSF e ao Diário de Notícias, publicada esta quarta-feira.

“Acho que é prematuro dar uma opinião. O Banco de Portugal ainda não se pronunciou publicamente, o Governo depois vai pronunciar-se e ainda não sabemos se, depois, não vai haver negociações. Vamos ter de esperar para ver”, disse aos jornalistas.

Sobre o segundo tema do dia – a recapitalização da Caixa Geral de Depósitos e as polémicas em torno da nova administração- o Presidente da República disse que “já disse o que tinha a dizer”. “O fundamental é que está a começar a recapitalização no início do ano. Isso é que é importante para os portuguesas, uma Caixa portuguesa, pública e forte, com capital”, disse.

Por último, questionado sobre aquela que foi eleita a palavra do ano por 25 mil portugueses, “geringonça”, Marcelo Rebelo de Sousa disse que “escolhe quem pode”, mas que se fosse ele a decidir, a escolha era outra. “Eu escolheria ‘descrispação’, mas escolhe quem pode. Acho que o ano de 2016 foi o ano da ‘descrispação'”, terminou o presidente.

António Domingues esteve esta manhã numa audição parlamentar sobre o processo que envolveu a sua saída do conselho de administração da Caixa Geral de Depósitos. No final, disse que “nunca trabalhou tanto nos últimos anos como nos últimos meses. Foi um trabalho muito intenso e árduo, mas a Caixa não está degradada, é uma grande banco e vai seguramente responder e cumprir com os objetivos”.

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