A Sala Oval e outras áreas da Casa Branca foram renovadas a gosto de Donald Trump, enquanto o presidente dos Estados Unidos esteve de férias na sua propriedade de Bedminster, em New Jersey. Foram precisas três semanas de obras, 200 trabalhadores e cerca de três milhões de euros para que as mudanças fossem concretizadas a tempo.

A renovação, aprovada durante a administração Obama, incluiu alterar o sistema de ar condicionado e ventilação (que se mantinha inalterado há 27 anos), as alcatifas e até a escadaria do pórtico sul, que não era renovada há 64 anos. Outras divisões, como a Sala Oval, já estavam previstas serem alvo de intervenções, situação que Trump aproveitou para também dar um jeitinho na decoração.

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Segundo o jornal The Telegraph, grande parte da decoração de Obama desapareceu. Entre as mudanças mais significativas, no interior da Sala Oval, estão as seis bandeiras (em vez de duas) atrás da secretária de Trump e ainda o busto de Winston Churchill no lugar antes ocupado pelo de Martin Luther King Jr. Os sofás mudaram de tecido e de tom, o papel de parede às riscas foi substituído por um branco integral com relevo e há estátuas de águias douradas espalhadas pela Casa Branca. Apesar do face lift que a divisão sofreu, a icónica secretária mantém-se.

De referir que, quando Donald Trump tomou posse em janeiro de 2017, algumas alterações foram imediatas. À data, o The New York Yimes escreveu que Trump estava “obcecado com a decoração” do seu novo escritório. Já nessa altura, as cortinas vermelhas de Obama foram substituídas pelas douradas que Bill Clinton escolheu quando estava no poder. Também o tapete do último presidente foi trocado e, agora, em vez de citações de diferentes presidentes há os dourados e laranjas que em tempos cativaram a atenção de Ronald Reagan.