No Salão de Paris, a decorrer até ao próximo dia 14 de Outubro, a Renault aproveitou não só para apresentar aquele que será o seu veículo eléctrico mais barato – o K-ZE, com destino à China –, mas também para dar a conhecer quais serão os próximos passos na estratégia de electrificação da sua gama.

Sem nunca concretizar explicitamente se a oferta de motorizações a gasóleo continuará a merecer ou não investimentos, embora assuma que o declínio do diesel leve a crer que esta alternativa terá os dias contados na maior parte dos segmentos, Carlos Ghosn, o responsável máximo do construtor gaulês e também da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, preferiu concentrar-se no plano “Drive the Future”, ao abrigo do qual serão electrificados três dos mais populares Renault.

Clio, Mégane e Captur vão passar a dispor na Europa, já em 2020, de versões híbridas e híbridas plug-in. O utilitário receberá uma nova versão híbrida, ao passo que o compacto e o crossover vão passar a contar com um grupo motopropulsor híbrido plug-in. Em qualquer dos casos, avança a marca do losango, “a inovadora tecnologia e-Tech que equipa estes novos híbridos foi desenvolvida a 100% pela Renault para os seus modelos dos segmentos B e C”.