Mercedes-Benz

Pode um Jimny puxar mais que um Classe G?

Este é um desafio curioso. Não de trata de ser mais rápido, mais veloz, oferecer mais espaço ou conforto. Nem o preço interessa. A ideia é amarrar um Jimny a um Classe G e ver qual o melhor a puxar.

Se o Mercedes Classe G é uma das referências entre os jipes de luxo, na capacidade de circular fora de estrada, escalar obstáculos e devorar zonas tão enlameadas quanto esburacadas, o Suzuki Jimny é o seu homónimo entre os jipes pequenos e acessíveis. O objectivo neste teste da Carwow consistiu em ver qual tinha maior capacidade de tracção, amarando um ao outro por um cabo de reboque para, depois de ambos acelerarem a fundo, perceber quem puxava quem.

Ora, nisto de puxar há que entrar em linha de conta com uma série de factores, sendo que, neste caso, todos favoreciam o imponente jipe alemão. Além de ter do seu lado a maior potência do imponente motor 4.0 V8 sobrealimentado, que não só fornece 585 cv (nesta versão AMG 63), como um binário de 850 Nm, o Mercedes é ainda mais pesado, vantagens que certamente vai esgrimir naquele piso de terra.

Pelo seu lado, o Suzuki – que é proposto em Portugal por 23.238€, contra os 214.188€ do Classe G – conta apenas com os serviços de um motor 1.5 atmosférico, com 102 cv de potência e 130 Nm de força. Isto com um peso de apenas 1.165 kg, contra os 2.560 kg do seu rival.

Iniciado o concurso de reboque, como se pode ver no vídeo, o Classe G AMG 63 nem se mexe apesar dos esforços do Jimny. Quase sem acelerar e com o condutor pacatamente a ler o jornal, arrasta o pequeno jipe japonês como se estivesse a passear um cãozinho.

Daí que a fase seguinte fosse amarrar dois Jimny ao Mercedes, para ver se assim a “guerra” ficava mais equilibrada. Sim, porque agora continuava a a existir um grande diferencial de potência (585 cv contra 204 cv), mas passava a existir uma menor diferença no peso (2.560 kg contra 2.330 kg) e, sobretudo, quatro rodas à procura de tracção por um lado, contra oito do outro. É um facto que o condutor do Classe G pousou o jornal, mas fê-lo apenas para agarrar uma sanduíche – a batalha abriu-lhe o apetite –, pois apesar dos esforços dos dois Suzuki, o Mercedes continuou a passear a sua superioridade.

Passo seguinte, puxar o AMG 63 com três Jimny, o que lhe daria vantagem nas 12 rodas motrizes e num peso de 3.495 kg, mas com ainda um largo deficit no capítulo da potência (apenas 306 cv contra 585 cv) e no preço, pois os três Suzuki não chegavam aos 70.000€, longe portanto dos 214 mil euros do jipe germânico. E à terceira foi de vez, o trio japonês finalmente venceu. Um exemplo de como, muitas vezes, a união faz a força, que pode ver aqui:

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