Dando seguimento à promessa realizada no início do ano, em que construiria um centro de design e engenharia na China, integrado na sua Gigafactory em Xangai, Elon Musk, o CEO da empresa norte-americana, avançou com o convite formal aos profissionais chineses, através do WeChat, para avançarem com propostas. E para ter a certeza que até as ideias mais irreverentes irão surgir, a Tesla abriu o concurso aos designers amadores.

“A China tem alguma da melhor arte e acredito que o mundo a saberá apreciar”, disse Musk, surpreendendo os que acham que os chineses são sobretudo exímios na arte de copiar o que de bom se produz por esse mundo fora. Mas a Tesla acredita que do oriente pode vir uma lufada de ar fresco do ponto de vista do estilo e a realidade é que, depois da Cybertruck, pouco nos pode surpreender. Tanto no estilo como na tremenda aceitação de que foi alvo.

Se bem que não seja de esperar um baby Tesla para breve, a marca deverá propor um modelo com cerca de 4,4 metros de comprimento, ou seja, um veículo similar a um Nissan Leaf, o que parece uma opção lógica depois dos 5 metros do Model S e dos 4,7 m do Model 3. Mais do que isso, em linha com a Audi, BMW e Mercedes, cujos modelos compactos foram igualmente os últimos reforços da gama.

Dada a popularidade dos SUV, é provável que este mini Tesla, que potencialmente se poderá denominar Model 2, evolua para uma gama, com pelo menos uma berlina e um SUV. Na Europa, os SUV compactos, com cerca de 4,4 metros, são o segmento mais importante do mercado.