A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defendeu esta segunda-feira a reabertura dos bares e discotecas, ressalvando que, caso não seja viável, o Governo deve acolher as propostas de apoio apresentadas, evitando a destruição deste setor.

A AHRESP, reconhecendo os riscos sanitários que todos atravessamos, não pode deixar de considerar que a abertura destas empresas deve acontecer mesmo que, para tal, as autoridades sanitárias devam exigir condições de segurança no seu funcionamento”, defendeu, em comunicado, a associação.

Neste sentido, a AHRESP apresentou à tutela uma proposta de guia de boas práticas para animação noturna.

Porém, a associação sublinhou que, caso estes espaços permaneçam encerrados, as autoridades devem avançar com um programa de discriminação positiva “no sentido de proporcionar as condições económico-financeiras que permitam evitar insolvências em massa com as consequências previsíveis”.

Assim, “no entender da AHRESP, estas empresas devem reabrir rapidamente, mas se tal não for viável deve o Governo acolher as propostas de apoio já apresentadas que possam evitar a destruição deste relevante tecido económico”, reiterou.

Criada em 1896, a AHRESP é uma associação de defesa e representação das empresas de restauração, hotéis, cantinas, pastelarias, padarias, casinos, discotecas, indústria e comércio alimentar, parques de campismo, alojamento local, entre outros.

A AHRESP conta com cerca de 25 mil associados registados.