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António Costa vai voltar a prestar depoimento por escrito, desta vez na fase de julgamento do caso Tancos, que arranca a 2 de novembro. O Tribunal de Santarém pediu esta terça-feira que o Conselho de Estado autorize o primeiro-ministro a testemunhar por escrito — tal como já tinha autorizado na fase de instrução —, num despacho a que o Observador teve acesso.

Costa, que foi arrolado como testemunha pelo ex-ministro da Defesa e arguido no processo Azeredo Lopes, já tinha respondido às perguntas do juiz Carlos Alexandre por escrito, depois de o Conselho de Estado não ter autorizado o primeiro-ministro a fazê-lo presencialmente. Desta vez, o Tribunal de Santarém nem sequer chegou a pedir um depoimento presencial, partindo já para um pedido de depoimento por escrito — evitando assim um braço de ferro como o que se assistiu entre o juiz Carlos Alexandre, que defendia um depoimento presencial, e Costa, que pediu ao Conselho de Estado para ser autorizado a depor apenas por escrito.

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