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É o mais intenso calendário de moda e chegou ao fim na última terça-feira. Coube à Louis Vuitton encerrar a Semana da Moda de Paris, a primeira a acontecer em plena pandemia de Covid-19. Antes disso, vários gigantes do pronto-a-vestir anteciparam as tendências do próximo verão — Chanel, Balmain, Dior e Hermès não viraram as costas ao tradicional formato de desfile. Entre as exceções encontramos a genialidade por trás de nomes como a Loewe e a Schiaparelli. Na Givenchy, Matthew Williams teve a sua estreia em tempos difíceis. Veja as imagens.

Dior e o conforto dentro de casa

Para uma mente prática como a de Maria Grazia Chiuri, o atual contexto só podia exigir uma resposta centrada, sobretudo na funcionalidade do guarda-roupa. A designer deu a volta à rigidez característica do visual Dior e apresentou uma coleção pensada para a nova vida em casa, com a tónica nos conceitos de intimidade e bem-estar. Para isso, descontraiu (ainda mais) as silhuetas, explorando ao máximo o conforto das malhas. Túnicas, casacos ao estilo quimono e vestidos leves e esvoaçantes foram as peças fortes, acompanhadas de uma nova valorização de texturas e acabamentos como rendas, franjas, bordados, tie-dye e a mistura de estampados.

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