O ex-Presidente dos EUA Donald Trump diz que não tem saudades do Twitter, a rede social onde era muito ativo mas da qual foi banido após a invasão do Capitólio em janeiro – garante que hoje prefere comunicar através dos seus comunicados de imprensa, porque são “mais elegantes”. Além disso, o Twitter, desde que Trump foi suspenso, tornou-se uma rede social “enfadonha”, na opinião do ex-Presidente.

Foi em entrevista à Fox News, ao conhecido pivô Sean Hannity, que Donald Trump afirmou que foi ele quem transformou o Twitter numa plataforma “entusiasmante”, já que antes de o ex-Presidente criar a sua conta a rede social era “um conceito falhado”. Após a sua suspensão, diz Trump, o Twitter voltou a ser “fraco” e “muitas pessoas estão a abandonar essa rede social, que se tornou muito, muito enfadonha – é o que me dizem”.

Esta semana foi notícia que o ex-Presidente norte-americano poderia estar de volta às redes sociais dentro de ou três meses – mas não nas redes sociais mais conhecidas e das quais foi banido logo a seguir à invasão do Capitólio, no início de 2021. Fora do Twitter, do Facebook e do Instagram desde então, Trump deverá voltar numa plataforma própria que está a desenvolver, indicou um conselheiro que trabalha com ele.

Trump poderá voltar às redes em dois ou três meses. Mas numa nova plataforma

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Na entrevista à Fox News, Trump confirmou que está “a olhar para a possibilidade” de lançar uma rede social própria – mas “tem de ser uma plataforma que não seja dominada pela Amazon ou pela Google, onde as pessoas têm o poder para nos tirar do ar, de repente”.

Trump está banido de forma permanente do Twitter, mas o Facebook deverá indicar em breve se a suspensão do ex-Presidente vai continuar ou se Trump poderá voltar a publicar na rede social de Mark Zuckerberg.

Recentemente, Trump tem recorrido a comunicados de imprensa com relativa frequência. Na quinta-feira, recorda a Newsweek, Trump usou um desses comunicados para chamar “racista” à vedeta da NBA Lebron James e, na sexta-feira, emitiu um comunicado onde voltou a falar em “fraude eleitoral” no Arizona e elogiou o líder norte-coreano Kim Jong-Un.