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O conteúdo da denúncia anónima que chegou ao Ministério Público meses antes do assalto a Tancos, que dava conta de um plano de assalto a instalações militares no centro do país, era demasiado vago para ser investigado, considerou esta manhã Joana Marques Vidal. A ex-Procuradora-Geral da República, que avaliou a queixa como “vaga” e “superficial”, recusou, porém, afirmar que a investigação a esta queixa teria evitado o assalto, mas lamentou as condições das instalações militares do país.

Já passavam das 10h00 quando a sessão no tribunal improvisado no Centro Nacional de Exposições de Santarém começou. Joana Marques Vidal, que já tinha passado mais de uma hora dentro do carro a adiantar trabalho, entrou com a mesma postura que sempre a caracterizou. Sentou-se em frente ao coletivo de juízes e começou a responder às perguntas do procurador do Ministério Público. Mas foram os advogados de defesa que mais perguntas lhe fizeram sobre a queixa que três meses antes do assalto antevia o que iria acontecer.

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