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Oito gráficos que justificam a entrada na terceira e última fase do desconfinamento

Este artigo tem mais de 1 ano

Ter quase 85% da população vacinada permitiu ao Governo antecipar o anúncio da última fase do desconfinamento. Queda nos novos casos, R(t), internamentos e mortes são parte da justificação do anúncio.

António Costa apresentou as medidas depois da reunião do Conselho de Ministros
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António Costa apresentou as medidas depois da reunião do Conselho de Ministros

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

António Costa apresentou as medidas depois da reunião do Conselho de Ministros

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

António Costa antecipou o anúncio do levantamento das restrições associadas à pandemia de Covid-19, apesar de Portugal ainda não ter atingido os 85% da população totalmente vacinada, conforme estava previsto no plano de desconfinamento.

Segundo os dados da plataforma Our World in Data, apresentados após a reunião do Conselho de Ministros, Portugal aparece à frente dos restantes países, como o que tem a maior percentagem da população totalmente vacinada — 84,3%, segundo o site (ainda que o primeiro-ministro diga que na realidade sejam 83,4%).

Quando consideradas as pessoas que tomaram pelo menos uma dose — dados também da Our World in Data, mas não apresentados por António Costa —, Portugal fica atrás dos Emirados Árabes Unidos com 88% de pessoas vacinadas contra 92%.

A 9 de março, Portugal estava na zona verde da matriz de risco, mas ao longo das semanas ultrapassou o limite do índice de transmissibilidade — R(t) 1 —, subiu a incidência até à zona vermelha (120 casos por 100 mil habitantes) e obrigou à alteração da matriz para “muito vermelho” com a incidência a subir até ultrapassar os 400 casos por 100 mil habitantes. Agora, Portugal regressa à zona verde.

O índice de transmissibilidade têm-se mantido abaixo de 1 desde meados de julho e desde 9 de setembro a incidência acumulada tem vindo a descer, como mostram os gráficos apresentados pelo primeiro-ministro, António Costa.

António Costa destacou a redução significativa na incidência de casos nas faixas etárias dos 20 aos 29 anos e dos 10 aos 19 anos a partir da semana que começou a 23 de agosto — uma semana depois de se começar a vacinar os jovens com 16 e 17 anos. Estes dois grupos etários [as duas curvas mais em cima no gráfico] representaram grande parte das infeções desde o final de julho.

Portugal está neste momento longe de atingir outros limites de risco, como os internamentos de pessoas com Covid-19, sobretudo nas unidades de cuidados intensivos, e o número de mortes com Covid-19.

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