É a segunda vez que a pandemia obriga a mexer no calendário escolar e a manter os alunos mais tempo de férias do que seria habitual. Este Natal, a pausa letiva prolonga-se até 10 de janeiro, ficando os alunos de todos os graus de ensino, público e privado, três semanas em casa, ao invés das duas habituais. A medida estende-se às creches, aos ATL e similares, ficando apenas de fora as universidades.

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A alguns pais acontecerá o mesmo e não irão para o local de trabalho durante a primeira semana de janeiro, embora possam trabalhar a partir de casa, já que o teletrabalho será obrigatório durante aquela a que o primeiro-ministro chamou a semana de contenção — uma espécie de isolamento profilático antes de se voltar às atividades normais, laborais e académicas. Para os pais que podem, o teletrabalho será obrigatório, para os alunos não haverá alternativa. Nem ensino presencial, nem ensino à distância. As férias vão simplesmente crescer. A compensação virá mais tarde, como tinha acontecido em janeiro passado quando as aulas foram suspensas. Já está prometido um corte de dois dias nas férias do Carnaval e outros dois na Páscoa, a moeda de troca destes 5 dias a mais.

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