Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

O primeiro-ministro, António Costa, formalizou esta quinta-feira uma medida já antecipada pela imprensa ao longo do dia de ontem: as escolas vão mesmo fechar, para tentar conter o aumento dos números de contágios e mortes em Portugal. Todas as escolas, das creches e do pré-escolar, até às universidades. Desta vez, ao contrário do que aconteceu em março e abril, não haverá ensino à distância. Mas há uma medida que se repete face ao primeiro confinamento: os apoios aos pais cujos filhos não poderão ir à escola vão ser postos outra vez em marcha. E nos mesmos moldes do primeiro confinamento, disse António Costa.

Os pormenores finais sobre o apoio serão publicados em decreto, mas – caso se mantenham iguais a março – o Observador deixa-lhe 13 perguntas e respostas sobre se  pode, como pode e quanto pode receber de apoio pelo facto de as escolas agora fecharem. Spoiler: tal como em março, se qualquer um dos membros do casal estiver em teletrabalho esta peça só lhe diz que não tem direito ao apoio.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.