A Padaria Portuguesa vai ser adquirida por uma empresa espanhola, o grupo Rodilla, detido pela cervejeira Damm. O acordo já foi alcançado, conforme divulgado na semana passada, estando ainda dependente da aprovação por parte do supervisor da concorrência, Autoridade da Concorrência.
No entanto, os novos donos já vão deixando algumas ideias sobre o que pretendem fazer. Fonte oficial do grupo Rodilla garante ao Observador que, “neste momento, não há planos para mudar o nome da insígnia”, nem mesmo numa expansão internacional.
“Olhando para o futuro, admitimos a possibilidade de introduzir a marca com esse mesmo nome em Espanha”, acrescenta a mesma fonte oficial, em respostas enviadas, por email, ao Observador.
[Leão XIV é um progressista ou um conservador? No podcast “A História do Dia“, só precisa de 15 minutos para ficar bem informado. Conversamos com os jornalistas da redação do Observador e com especialistas para lhe explicar tudo sobre a história mais importante do dia. E ainda lhe damos um resumo rápido das notícias que tem mesmo de saber. Pode ouvir aqui, na Apple Podcasts, no Spotify ou no Youtube Music]
Mas o futuro será ainda delineado. “Nas próximas semanas e meses, desenvolveremos em conjunto um plano estratégico para o negócio e para a sua expansão”, indica-se, ainda, acrescentando que “a aquisição abre novas e entusiasmantes possibilidades para o projeto”.
“Estamos confiantes de que, através de uma colaboração próxima, definiremos um caminho que fortalecerá ambas as marcas e que nos permita conquistar ainda mais clientes — sempre com qualidade, habilidade e foco no cliente no centro de cada etapa”.
O grupo espanhol que chegou a acordo para comprar a Padaria Portuguesa na semana passada não revela quanto pagou pelo negócio fundado por Nuno Carvalho. Já no comunicado de divulgação do negócio se dizia que o Grupo Rodilla pretendia “implementar um plano de crescimento para a cadeia portuguesa, com o objetivo de reforçar o seu caráter português e impulsionar a sua expansão internacional”.