1232,2kWh poupados 1232,2 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Trump ordena início de testes de armas nucleares dos Estados Unidos da América

Este artigo tem mais de 6 meses

Na sua rede social, Donald Trump afirmou que os Estados Unidos têm mais armas nuclear do que outros países e informou que solicitou ao Departamento de Guerra o inicio imediato dos testes das armas.

epa12492106 US President Donald Trump is seen in his vehicle at the Hilton Hotel in Gyeongju, North Gyeongsang Province, southeastern South Korea, 30 October 2025, as he travels to a heliport in the city before heading to Busan to hold talks with Chinese President Xi Jinping later in the day.  EPA/YONHAP SOUTH KOREA OUT
i

▲O anúncio surge após Putin ter ordenado um teste com um drone submarino com capacidade nuclear

YONHAP/EPA

▲O anúncio surge após Putin ter ordenado um teste com um drone submarino com capacidade nuclear

YONHAP/EPA

O Presidente norte-americano, Donald Trump, ordenou ao Departamento de Guerra que “comece a testar” as armas nucleares dos Estados Unidos, antes de um encontro, esta quinta-feira, com o homólogo chinês, Xi Jinping.

O anúncio, que faz referência direta à Rússia e à China, surge depois de o Presidente russo, Vladimir Putin, ter ordenado um teste com um drone submarino com capacidade nuclear.

“Devido aos programas de testes realizados por outros países, solicitei ao Departamento de Guerra que comece a testar as nossas armas nucleares em pé de igualdade. Este processo terá início imediato“, declarou o Presidente norte-americano, na rede social que detém, a Truth Social.

“Os Estados Unidos possuem mais armas nucleares do que qualquer outro país“, escreveu o republicano — na verdade, o maior arsenal nuclear do mundo pertence à Rússia.

A bordo do Air Force One, depois da reunião, Trump reforçou a sua intenção. “Parece que estão todos a fazer testes nucleares”, declarou. “Nós não testamos, mas com os outros a fazer testes, acho que é apropriado que nós também façamos”, elaborou.

Cientistas nucleares ouvidos pelo New York Times ressalvam, contudo, que aquilo a que o Presidente se refere como “testes nucleares” são na verdade testes de sistemas de lançamento, não de ogivas. “Isto não são testes nucleares. Os EUA demorariam um tempo considerável a conduzir um teste nuclear”, explicou Siegfried Hecker, antigo diretor do Laboratório Nacional de Los Alamos. A Rússia conduziu um teste de lançamento esta semana.

“Atendendo ao tremendo poder destrutivo, DETESTO fazer isto, mas não tenho alternativa! A Rússia ocupa o segundo lugar e a China ocupa um terceiro lugar muito distante, mas estará ao mesmo nível em cinco anos”, acrescentou Trump.

No domingo, o Presidente russo congratulou-se com o sucesso do teste final do míssil de cruzeiro de propulsão nuclear Bourevestnik, com “alcance ilimitado” e capaz de neutralizar, segundo Putin, praticamente todos os sistemas de interceção.

“Isso é inadequado”, reagiu Trump, apelando a Vladimir Putin para que, em vez disso, “ponha fim à guerra na Ucrânia”. O líder russo não reagiu à crítica.

“Ontem [terça-feira], realizámos mais um teste com outro sistema promissor: um drone submarino Posêidon”, declarou Vladimir Putin, durante uma visita a um hospital militar, transmitida na quarta-feira pela televisão pública russa.

Segundo Moscovo, o drone Posêidon é movido a energia nuclear e também pode transportar cargas atómicas.

“Nenhum outro aparelho no mundo se compara a este em termos de velocidade e profundidade” em que opera, garantiu o líder do Kremlin, afirmando que “não há forma de o intercetar”.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.