Acompanhe neste artigo em direto todos os desenvolvimentos da guerra entre a Rússia e a Ucrânia

Kiev lançou um ataque em larga escala na madrugada desta terça-feira, tendo como alvo, uma vez mais, a indústria de produção de petróleo russo e fábricas de armamento. Na passada noite de segunda-feira, as forças ucranianas lançaram drones e mísseis em direção a várias regiões da Rússia, atingido locais críticos do complexo militar-industrial daquele país, avançou o Kyiv Independent.

Um dos locais atacados terá sido a refinaria de petróleo de Kirishi (também conhecida como KINEF), uma das maiores da Rússia, situada na região de Leninegrado, perto da cidade de São Petesburgo. O governador da região de Leningrado, Alexander Drozdenko, relatou inicialmente que tinha ocorrido um ataque numa zona industrial, confirmando posteriormente que a refinaria de petróleo — que processa cerca de 20 toneladas de petróleo por ano — foi o principal alvo.

Fotos e vídeos publicados nas redes sociais mostram também um grande incêndio num instituto estatal russo em Cheboksary, perto da cidade de Kazan, onde são produzidas componentes para armas de alta precisão usadas por Moscovo para atacar a Ucrânia. No ataque, a cerca de mil da fronteira entre os dois países, terá sido usado pela Ucrânia um míssil de longo alcance Flamingo.

O governador local, Oleg Nikolayev, afirmou que uma pessoa ficou ferida no ataque a Cheboksary.

Segundo o Estado-Maior da Ucrânia, o instituto também desenvolve sistemas de guerra eletrónica, incluindo os conjuntos de antenas Kometa, usados para interferir em sinais de satélite, rádio e radar e para guiar drones, mísseis e bombas guiadas.

Na última noite, a Ucrânia atingiu também as cidades de Voronezh e Kazan e ainda a península da Crimeia, território ucraniana ocupado desde 2014.

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