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O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, defendeu esta segunda-feira, em Lisboa, que o Plano de Recuperação e Resiliência vai ser 100% executado se, até ao final do ano, “não houver anormalidades”.

“Estamos convencidos de que, se não houver anormalidades até ao final do ano, o PRR vai ser executado“, afirmou Manuel Castro Almeida, na conferência PTRR: Um novo ciclo de investimento, em Lisboa.

O governante já tinha anunciado que Bruxelas já aprovou a última revisão do PRR que Portugal apresentou e que, ainda esta segunda-feira, a Comissão Europeia vai receber o novo pedido de pagamento no âmbito deste plano.

O ministro sublinhou que o plano “vai acabar bem e está a correr bem”, apesar de admitir que começou com um atraso. Ainda assim, notou que, atualmente, está “levemente adiantado”. Com o nono pedido de pagamento, a execução do plano vai passar de cerca de 61% para 75%.

O titular da pasta da Economia vincou que este pedido de pagamento foi apresentado dentro do prazo e que falta apenas apresentar mais um. “Tudo leva a crer que PRR vai ser executado na íntegra não vamos perder nenhum euro de fundos europeus”, insistiu.

O PRR pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico. Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.