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O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, revelou esta segunda-feira que o seu telemóvel foi alvo de um ataque informático que permitiu a terceiros utilizar o seu número, enviando mensagens em seu nome, e “desviar comunicações”.
Em declarações à agência Lusa, em Atenas, na Grécia, o governante disse ter sido informado de que o ataque terá explorado as vulnerabilidades do telemóvel, por este já não permitir instalar atualizações de software.
“Enquanto a atualização não é feita, há um espaço aberto a intrusões. Foi o caso”, afirmou.
Nuno Melo explicitou que o ataque envolveu o “desvio de comunicações” e a duplicação de contactos, o que permitiu a terceiros enviar mensagens através da aplicação WhatsApp fazendo-se passar pelo governante, mas que a situação se resolveu com a troca de telemóvel.
[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]
Segundo fonte oficial do Ministério da Defesa Nacional, a mensagem enviada em nome de Nuno Melo solicitava uma transferência de dinheiro, tendo sido acionados os protocolos de segurança após a deteção do ataque informático, atribuído a um vírus.
O governante disse ter sido alertado para a situação depois de o assessor de imprensa que o acompanhava ter recebido uma mensagem suspeita.