A AD registou esta segunda-feira o primeiro crescimento em seis semanas na Tracking Poll, a sondagem semanal da Pitagórica para a TVI/CNN Portugal/Nascer do Sol. Ainda assim, a coligação de Governo mantém-se isolada no terceiro lugar, a cinco pontos percentuais do Chega e sete do PS — os dois partidos mantêm-se em empate técnico na frente.

Os socialistas reúnem agora 29,6% das intenções de voto, um crescimento de 0,2 pontos percentuais em relação à última semana, e o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, é apontado por um terço dos eleitores como o melhor primeiro-ministro para Portugal — um crescimento de 2,1 pontos percentuais em relação aos resultados da semana anterior.

Tracking Poll. PS sobe, Chega em segundo e AD no mínimo. Carneiro favorito para primeiro-ministro

O segundo partido mais popular continua a ser o Chega, com 27,3% dos votos. O partido de André Ventura regista, todavia, uma queda de 0,6 pontos percentuais face aos últimos resultados.

No terceiro lugar, continua a AD, com 22,3%, mais 0,7 pontos percentuais que a sondagem mais recente. Contudo, a taxa de aprovação do primeiro-ministro continua a cair. Luís Montenegro tem agora uma taxa de 29 pontos negativos. Outra figura do Governo que sofreu uma queda na sua taxa de aprovação foi o ministro da Administração Interna. Luís Neves é apontado agora como o pior ministro do Executivo, com uma taxa de 35 pontos negativos — uma queda de 3,6 pontos percentuais que lhe valeu o lugar no fundo da tabela até aqui ocupado pela ministra da Saúde.

Os restantes partidos com representação parlamentar mantêm a mesma distribuição de forças das últimas semanas, com destaque para a queda da Iniciativa Liberal, do Livre e da CDU — com descidas de 0,5, 0,1 e 0,4 pontos percentuais respetivamente — e para o crescimento do Bloco de Esquerda e do PAN — com subidas de 0,4 e 0,1 pontos respetivamente.

O estudo foi levado a cabo pela Pitagórica ao longo da última semana, numa amostra de 804 entrevistas representativas do eleitorado português, em que 201 novos eleitores são adicionados todas as semanas a um universo pré-existente, substituindo os 201 eleitores mais antigos, mantendo o universo num número fixo de 804 entrevistas, com uma taxa de resposta de 51,41%.

[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]