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Sabia que episódios agudos de stress podem afetar o sistema imunológico e potenciar (ou reativar) problemas de saúde? E que alguns influencers do sono dão frequentemente sugestões que podem colocar em causa o bem estar — e até a vida — de quem os ouve e segue os conselhos deles? E que, nos meses seguintes à morte de uma pessoa, o risco de AVC ou enfarte aumenta consideravelmente no cônjuge que fica? E que há doenças mentais que podem resultar de um evento traumático? E que a ciência explica essa vontade enorme de comer junk food que temos quando estamos emocionalmente mais fragilizados?
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Talvez nada disto seja novo para si, mas aposto que vai encontrar informações que desconhecia sobre stress, sono, luto, trauma ou fome emocional na nova rubrica do Observador, “Manual de Instruções para Humanos”. |
Estes são os temas dos primeiros episódios da série conduzida pela jornalista Sara Antunes de Oliveira, diretora-adjunta do Observador, e pelo psiquiatra Gustavo Jesus, diretor do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental da ULS Estuário do Tejo. A ideia do programa, sendo simples, é ambiciosa: “Como podemos ter vidas menos ansiosas, menos deprimidas e mais felizes?” É este o objetivo daquelas conversas, nas quais são abordados tópicos complexos numa linguagem simples e acessível, tocando em assuntos do dia a dia que podem ter impacto na nossa saúde mental. Não é bem uma entrevista, é mais uma conversa entre uma jornalista curiosa e um psiquiatra especialista em tentar desconstruir mitos e esclarecer dúvidas sobre temas tão diversos. |
Os episódios vão para o ar aos domingos, às 13h10, na Rádio Observador (e ficam imediatamente disponíveis em podcast no site do Observador e nas plataformas habituais) e com eles chegam pontos de vista e pistas de reflexão novas sobre assuntos do quotidiano. Alguns já estão gravados, outros estão na longa lista de ideias da Sara Antunes de Oliveira e do Gustavo Jesus, a que se juntam as sugestões e dúvidas dos leitores (pode fazê-lo também, pelo e-mail manual@observador.pt). |
Na newsletter Observadores, na qual partilhamos alguns bastidores do dia a dia da redação do jornal e histórias do desenvolvimento dos nossos trabalhos, o jornalista Ricardo Conceição já tinha dado conta de alguns pormenores da construção da nova rubrica: como nasceu, quando nasceu, o que esteve na génese da ideia ou – muito importante – a pergunta que a jornalista e o psiquiatra tantas vezes ouviam a propósito de O Médico dos Malucos e outros Mitos sobre Saúde Mental, o formato anterior desta dupla de sucesso: “Onde posso ver o episódio completo?”. “Uma situação, no mínimo, desconcertante porque… aquele era o episódio completo”, escreveu o subdiretor do Observador. |
É também por isso que os episódios da nova rubrica são mais longos. Pode ver os vídeos ou ouvir os podcasts (ambos os formatos estão disponíveis e encontra os links respectivos de cada episódio nesta newsletter), mas o mais certo é dar por si e ter vontade de entrar naquela conversa. A concordar com umas coisas, a discordar de outras, a rir-se de alguns desabafos no discurso descontraído ou a puxar para trás para reter melhor a informação que talvez ajude a trazer luz a dúvidas antigas. E, claro, é muito provável que tenha vontade de partilhar os episódios. Tal como os muitos leitores que já o fizeram e deixaram comentários nas redes sociais do Observador. Se tiver dúvidas, passe por lá e junte-se à comunidade. |
E, já sabe: se tiver ideias e subestões, partilhe-as. A jornalista Sara Antunes de Oliveira e o psiquiatra Gustavo Jesus agradecem: manual@observador.pt. |
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Reportagens
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Saúde
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A fome emocional existe e tem uma explicação científica. Esta semana falamos de intestino, microbioma, saúde mental e do que devemos comer para nos sentirmos bem. Também falamos de bichos e bactérias — e pode ter uma surpresa.
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Saúde Mental
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Ao acompanhar uma paciente seguida em cuidados paliativos nos últimos meses de vida, o psicólogo Luís Carlos Baptista teve de se permitir sofrer, chorar e ficar em luto.
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Saúde Mental
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Uma criança que grita, chora e se atira para o chão não está necessariamente a ser mal-educada: as birras infantis são normais. Apesar disso, há sinais que merecem atenção.
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Saúde Mental
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Primeiras noitadas, primeiras cervejas, primeiros shots. E as primeiras bebedeiras. O contacto com o álcool pode começar na adolescência, por curiosidade ou pressão de grupo. Como reagir a isto?
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Saúde Mental
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A fome emocional existe e tem uma explicação científica. A alimentação não causa depressão por si só, mas padrões alimentares podem influenciar o microbioma intestinal, a inflamação e o metabolismo.
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Saúde Mental
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Divórcio, infância difícil, um acidente: nem tudo o que dói é trauma. Gustavo Jesus explica o que acontece no cérebro e quando procurar ajuda. Novo episódio do Manual de Instruções para Humanos.
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Saúde
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Divórcio, infância difícil, um acidente: nem tudo o que dói é trauma. Gustavo Jesus explica o que acontece no cérebro e quando procurar ajuda. Novo episódio do Manual de Instruções para Humanos.
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Saúde Mental
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Vamos para a cama tarde e pomos quase tudo à frente do tempo de sono. Ou temos filhos pequenos e nunca mais dormimos igual. O que explica isto? E porque é que uma sesta ou um comprimido não ajudam?
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Saúde
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Vamos para a cama tarde e pomos quase tudo à frente do tempo de sono. Ou temos filhos pequenos e nunca mais dormimos igual. O que explica isto? E porque é que uma sesta ou um comprimido não ajudam?
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Saúde Mental
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Sentir alívio, rir ou voltar a namorar: tudo cabe no luto. Sofrer muito e achar que não vai passar, também. Um episódio para quem já perdeu alguém e para quem não sabe o que dizer a quem perdeu.
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Saúde
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Sentir alívio, rir ou voltar a namorar: tudo cabe no luto. Sofrer muito e achar que não vai passar, também. Um episódio para quem já perdeu alguém e para quem não sabe o que dizer a quem perdeu.
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Opinião
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“Sei que estou a mentir”, ouço em consulta. “Mas não consigo dizer-lhe que perdi o dinheiro das férias e as poupanças da nossa filha. Por isso jogo outra vez. Se ganhar, resolvo tudo. Se perder…”
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O diagnóstico demorou vinte anos. Mas, quando chegou, veio com o tratamento certo e isso mudou tudo. A esquizofrenia não é uma sentença. É complexa, às vezes mal compreendida, mas tem tratamento.
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por falar em saúde mental
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