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Trabalha com arte conceptual e gosta de sublinhar isso. “Quem aqui chega tem mesmo de estudar um pouco os artistas”, resume. “Há quem ache isto um pouco intelectual, à partida não são peças decorativas.”. Na cave do número 33 da Rua de Santo António à Estrela, em Lisboa, com vista para obras de João Onofre e Matt Mullican, a galerista fala rapidamente sobre criadores que representa e ganha balanço para uma conversa com um mote e três temas.

Com a reabertura de museus e galerias na segunda-feira, conforme decidiu o Governo no contexto pós-confinamento, importa ouvir de Cristina Guerra — uma das mais antigas galeristas portuguesas em atividade e certamente a que primeiro procurou internacionalizar-se, através das feiras de arte — o que pensa da crise económica que se instalou, do mercado da arte contemporânea e da ArcoLisboa online.

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