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Há cinco anos, durante uma fase de grupos que foi particularmente complexa, Fernando Santos deixou uma garantia: “Já disse à minha família que só vou dia 11 para Portugal. Vou lá e vou ser recebido em festa”, disse o selecionador, numa profecia que acabou por ver concretizada. Agora, no Euro 2020, tem um pensamento semelhante — mas que não deixa de ser notoriamente mais cauteloso. “Campeão europeu? É o objetivo, sim, sou claro e não alterei o meu pensamento, vamos sempre para ganhar. Levo mala para um mês… E tabaco também!”, atirou o treinador esta semana.

Especulações à parte, a verdade é que Portugal aparece neste Campeonato da Europa com um estatuto que nunca teve, o de campeão em título, e com uma geração recheada de qualidade e capacidade que provavelmente é a melhor de sempre em termos coletivos. Integrada num grupo difícil, com a Hungria mas também com a França e a Alemanha, a Seleção Nacional terá de mostrar o melhor que sabe para conseguir ir à procura da reconquista do título que só a Espanha, em 2008 e 2012, soube alcançar.

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