Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Se a preparação para um teste se medir pelo nível de nervosismo à entrada para a sala, é justo dizer que dois terços da turma nem devem ter passado os olhos pelos livros. É certo que, neste caso, dois terços são apenas duas pessoas, que esta turma só se fez com três. Ainda assim, à chegada ao Observador, Ana Rita Bessa e Tiago Dores não têm como esconder que estão preocupados. “Não faço um teste há anos!”, repete o humorista, que preferia que as perguntas fossem mais sobre ciência e matemática e menos exercícios de leitura — como, lamentavelmente, são.

O mesmo diz a deputada, coordenadora do CDS na Comissão Parlamentar de Educação, para quem nem o facto de ter tido sempre “a sorte de ser boa aluna” chega para deixar de temer o embaraço, até porque — confirma-se — confessa que não estudou (e até repetiu um clássico desesperado de véspera de teste: “Eu só precisava de mais dois dias!”), além de saber que há alguém muito mais atento que nós: “Preciso de dar um bom exemplo aos meus filhos, por isso, isto tem de correr bem”.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.