O empreendimento Bonjardim, onde outrora se erguia a antiga Casa Forte, foi fruto de uma sinergia entre a promotora imobiliária Avenue e a JLL, que assessorou este projeto com o seu expertise e know-how, através do seu conceito ONE JLL.
A primeira pedra
Depois de anos a ser um espaço vazio, a JLL vendeu, por fim, os terrenos do agora empreendimento Bonjardim. O comprador: a Avenue. Mas o processo não se fez do dia para a noite. Tudo começou em 2017 — quando ainda se designava o local como o “Quarteirão City Block” —, com a equipa de capital markets da JLL a ter uma função essencial, relembra Cristina Almeida, Head of Porto JLL. Aniceto Viegas, CEO da Avenue, corrobora: “A JLL teve um papel fundamental no aconselhamento estratégico e na viabilização do negócio. A sua experiência e profundo conhecimento do mercado foram determinantes para estruturar a operação com segurança e confiança.” Estava, assim, lançada a primeira pedra do que viria a ser o empreendimento Bonjardim.
Do total dos apartamentos vendidos, “tivemos alguns clientes investidores, para revender ou colocar no mercado em arrendamento, mas tivemos também clientes finais, que compraram para viver no empreendimento”, refere Cristina Almeida, Head of Porto JLL”
Uma equipa, várias especialidades
A venda do projeto representou uma “oportunidade única para os investidores desenvolverem um empreendimento de grande escala com usos mistos, abrangendo praticamente a totalidade de um quarteirão, no coração da cidade do Porto, num total de 28.500 m2 de área bruta de construção”, descreve Cristina Almeida. O que até então parecia ser um problema sem fim à vista transformou-se numa simbiose perfeita entre a modernidade dos interiores e os pormenores arquitetónicos da fachada de época.
Para chegar até aqui, a Avenue contou com os serviços ONE JLL, um conceito que permite encontrar soluções 360º graus.
“Trata-se de uma abordagem holística que aproveita a expertise de várias equipas da JLL numa solução integrada. Permite facilidade de comunicação, uma vez que há uma pessoa responsável pelo projeto, e significa, também, uma redução de custos para o cliente, que contrata apenas uma entidade”, explica a Head of Porto JLL
No caso do projeto do Bonjardim, estiveram envolvidas as equipas da JLL de capital markets (na venda do terreno e na venda do portfólio das lojas), residencial (na comercialização dos apartamentos), leasing advisory (no arrendamento das lojas) e da Tétris (na obra de alguns tenants, entre eles a loja da Cosentino).
ONE JLL: as vantagens
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O ONE JLL é um conceito desenvolvido pela JLL que pretende dar resposta a todas as áreas de que o cliente necessita. Para os clientes, este serviço traz várias vantagens: “Significa que o cliente contrata uma única entidade para aquele projeto, que pode ir desde a compra do terreno à fase de vendas, por exemplo, envolvendo serviços de agência, consultoria estratégica, gestão de projeto, sustentabilidade, marketing de comercialização, arquitetura, entre muitos outros. Cada projeto terá, também nesta lógica, um interlocutor definido na JLL, o que facilita bastante a comunicação com o cliente e, em última análise, traz uma importante redução dos custos e de tempo nos processos”, explica Carlos Cardoso, CEO da JLL.
Um projeto que transformou a Invicta
Outros projetos com assinatura ONE JLL
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São vários os projetos que têm sido desenvolvidos com recurso ao conceito ONE JLL. Cristina Almeida, Oporto Office Director JLL, destaca:
- Sede da Caixa Geral de Depósitos, no Parque das Nações (Lisboa), mais concretamente no WellBe. “As nossa equipas de change management, workplace, project management e sustentabilidade trabalharam em conjunto com as equipas do promotor e do cliente, projetistas e fiscalização, numa lógica de 360 graus”;
- Edifício DM2, no Porto. “A nossa equipa da Tétris fez a obra de reabilitação do edifício, bem como o fit-out de alguns dos inquilinos, e a nossa equipa de leasing comercializou os espaços de escritórios, a empresas como a Zuehlke e MPS.”
Transformar cidades através de imóveis
Empresas como a JLL e a Avenue podem contribuir para transformar cidades através dos empreendimentos que promovem e comercializam. E o empreendimento Bonjardim é disso exemplo. Para Cristina Almeida, este projeto salienta a “responsabilidade [da JLL], enquanto consultora, pelo impacto” que cria nas cidades, neste caso, no Porto. “Enquanto operadores do mercado imobiliário, temos a responsabilidade de ajudar os nossos clientes a melhorar a experiência nas cidades, e transformar positivamente o tecido urbano. Podemos fazê-lo identificando as melhores oportunidades de desenvolvimento e que tenham, hoje mais do que nunca, uma visão tripartida entre sustentabilidade ambiental, viabilidade económica e impacto social. Podemos estar a falar de projetos multiusos, de que o Bonjardim é um bom exemplo, mas também de escritórios ou de retalho”, avança o CEO da JLL, Carlos Cardoso. Aniceto Viegas partilha da mesma opinião: “Empresas como a Avenue e a JLL têm a responsabilidade de pensar a cidade a longo prazo. Através de projetos estruturantes, podemos contribuir para regenerar áreas degradadas, criar novos polos de centralidade, promover a sustentabilidade e desenhar espaços que melhorem a vida das pessoas. Esta capacidade de transformar desafios urbanos em oportunidades é o que impulsiona a evolução e a competitividade das cidades”.