Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Mudanças súbitas de planos, erros nos cálculos, mau tempo, obstáculos inesperados pelo caminho. À medida que as autoridades avançavam para as profundezas da serra de Málaga em busca do pequeno Julen Jimenez, os resgatadores travaram inúmeras batalhas que iam adiando as esperanças de encontrar com vida o bebé de dois anos que caiu no domingo, dia 13, na estreita perfuração de 25 centímetros de largura e 110 metros de comprimento no sul de Espanha. Foram precisos doze dias para que Julen fosse encontrado, já sem vida, a 73 metros de profundidade.

Porque é que demorou tanto tempo? Podia a operação de resgate ter sido mais rápida? Não havia um método imediato para retirar o bebé? E algum deles podia ter salvo Julen?

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.