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Imagine-se um Campeonato do Mundo sem Cristiano Ronaldo. Ou sem Lionel Messi. Não porque Portugal ou Argentina não se qualificassem: mas porque os próprios jogadores recusaram ser convocados para as respetivas seleções. Imagine-se depois uma seleção nacional que processa a própria Federação apenas três meses antes de um Mundial. Imagine-se tudo isto sem ser num qualquer enredo de ficção.

A verdade — e o problema — é que tudo isto é realidade do futebol feminino e do Campeonato do Mundo que arranca em França esta sexta-feira, com o jogo entre as anfitriãs e a Coreia do Sul. Ada Hegerberg, a melhor jogadora do mundo, não vai estar na competição porque está de relações cortadas com a Federação norueguesa. Já a seleção norte-americana, a atual campeã mundial em título, processou a própria Federação por aquilo a que chama “discriminação de género institucionalizada”.

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