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Bruno Campos

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Artigos publicados

Marcelo Rebelo de Sousa

A janela indiscreta de Belém

Marcelo entretém-se a olhar pela janela como uma senhora de idade em zona “rural” (a contragosto do próprio) para, com empenho, espiar, escarafunchar, matutar hipóteses e, claro, cochichar.
Tribunal Constitucional

O crivo constitucional contra as ADs: 1980 e 2025

Como a Montenegro, também aconteceu a Sá Carneiro: uma força de fiscalização constitucional de esquerda incumbe-se de travar políticas corretivas do estado do país.
Crime

Crime, Ricardo Leão e “realismo de esquerda”

Ricardo Leão representa o “realismo de esquerda” social-democrata, que, nos anos 80, preconizava “levar o crime a sério”, sem idealismos (neo)marxistas e não deixando o monopólio do tema na direita.
PS

Imigração, doutores socialistas e “direita”

Conhecidos os resultados eleitorais, cri, sem precisar de sofisticado engenho previsional, que ou a AD resolveria o flagelo nacional da imigração ou o Chega venceria as legislativas seguintes.
Música

Os Anjos não deviam querer mudar o Céu

Há quem diga que o duo musical está a sacrificar-se por um bem comum. Destes pretensos salvadores, ou fanáticos da suposta higiene social, está o Inferno cheio.
Pedro Nuno Santos

Pedro Nuno e a instauração do fiasco

Pedro Nuno não precisou de um audaz oponente interno a aparecer de rompante para lhe roubar o lugar: o neto de sapateiro perdeu-se a si próprio.
Política

Suspensão involuntária da crença

Não acreditar em nada é um triste fado. A adesão a uma ideologia e a uma práxis partilhadas satisfaz necessidades de autoestima e identitárias, e as lutas entre barricadas reforçam a coesão grupal.
Política

A feitura política do disparate

Os políticos são o retrato reprodutor da gente, ainda que haja um desfasamento simbólico entre ambos. O disparate na política é análogo ao do mundo real, o que não isenta os representantes da crítica.
Bloco de Esquerda

Os bloquismos desta vida

Mortágua chamou Estaline a Ventura. A repreensão hiperbólica também se aplica, na polémica atual, aos doutores bloquistas?
PSD

Ónus político em tempo de minoria

O PS e o Chega ponderam, a contragosto, a possibilidade de virar o bico ao prego no que respeita à sua posição de base e/ou àquilo que partes dos seus eleitorados esperam.
Igreja Católica

JMJ: um ano depois

A correria quotidiana parou um pouco, e a cultura católica, entranhada na sociedade portuguesa, exteriorizou-se como poucas vezes se tem visto.
Novo Governo

Marcelo e Montenegro: quem os viu e quem os vê

Se há um ano alguém antevisse Marcelo com tão pouca popularidade e Montenegro como o político com melhor avaliação dos portugueses, seria apelidado de alucinado. Mas a política surpreende.
Governo

Governo em ação e o protagonismo político

O Executivo toma finalmente a dianteira do protagonismo político, o que é necessário para justificar simbolicamente a sua própria existência.
PS

AD vs. PS: as perceções da política

Com a AD no poder, o que salta à vista é que o PS tem sido, em grande medida, o agente definidor da forma como a realidade se desenrola.
Luís Montenegro

Um primeiro-ministro desenrascado?

Se Montenegro mostrar capacidade no emaranhado em que se encontra, conquistará um capital político significativo.
Eleições

Política chata vs. Política vivaça

A propensão é de ignorar a “chatice” dos programas eleitorais (e respetivo substrato teórico-empírico) e produzir/consumir os tais “aforismos citáveis”, isto é, soundbites.
Democracia

Democratas não praticantes

Se muitos portugueses são católicos não praticantes, também bastantes são democratas não praticantes. Só em ocasiões especiais dão sinal de vida.
PSD

Montenegro a “Sentir Portugal”: é mútuo?

A aparição de Cavaco, o sebastianismo em torno de Passos e um conquistador-fazedor Moedas (desde a vitória em Lisboa até à JMJ) colocam Montenegro num bolso no seio do espaço do centro-direita.
António Costa

Demissões há muitas

O chefe do executivo deu a entender que a corrupção é um assunto menor e, por isso, pode ser desvalorizada. Ou então, que demissões de governantes há muitas e, por isso, não merecem atenção.
Politicamente Correto

As palavras e a imposição da moralidade

Quanto mais imposições se colocarem ao discurso de cada um, não só menor liberdade linguística tem o indivíduo, como também menor capacidade de se afirmar com pensamentos e sentimentos próprios.

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