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Faz hoje, precisamente, uma semana que o Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo, foi sepultado na cripta da St George’s Chapel do Palácio de Windsor. A actual pandemia condicionou as “pompas fúnebres”, mas sem nada restar àquela “solenidade com recato” que o marido da Rainha Isabel II queria para o seu funeral.

Não obstante a sóbria dignidade de que se revestiu a cerimónia, talvez haja quem questione a conveniência de uma celebração religiosa cristã tão aparatosa, sobretudo em meios humanos e materiais, quando há tantas pessoas indigentes.

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