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Em todos os romances policiais há, por regra, um homicídio. A descoberta do assassino é a razão da história. Mas nem a meticulosa ordem de Hércule Poirot, nem a simpática bisbilhotice da Miss Jane Marple, nem a perspicácia do intuitivo Padre Brown, nem sequer o método científico de Sherlock Holmes, ou mesmo a autoridade do comissário Jules Maigret, lograram resolver um caso ocorrido há mais de dois mil anos.

A morte de Jesus Cristo (JC), tal como está descrita nos quatro Evangelhos canónicos – os únicos a que a Igreja reconhece credibilidade histórica e inspiração sobrenatural – é, com efeito, um caso policial. Depois de aclamado em Jerusalém, por ocasião da páscoa judaica, foi traído por um dos seus, condenado por blasfémia pelo Sinédrio judaico e crucificado por ordem do governador romano, Pôncio Pilatos. Ante o mistério desta incompreensível morte, juntaram-se os melhores detectives de todos os tempos, aos quais foi proposta a questão: afinal, quem matou Jesus de Nazaré?

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