Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
"Guerra Traduzida" na Rádio Observador. Trazemos os destaques da imprensa russa e da imprensa ucraniana com a jornalista Diana Rosa. E começamos com a imprensa da Rússia. A delegação do Kremlin dá por terminadas as negociações sobre a Ucrânia, mas admite uma nova ronda.
O chefe da equipe de negociação russa, Vladimir Medinsky, está preparado para a terceira ronda. Este encontro decorreu durante dois dias. Ontem, terça-feira, foi muito longo e em diferentes formatos, e hoje, mais curto, demorou duas horas. "Foi difícil, mas substancial", disse Medinsky, citado pela agência de notícias TASS. Afirma ainda o responsável que uma próxima reunião vai ser realizada em breve, também à semelhança do que disseram hoje os Estados Unidos.
E Steve Witkoff, enviado do presidente norte-americano, elogiou hoje o progresso significativo alcançado no primeiro dia das negociações trilaterais entre Ucrânia, Rússia e Estados Unidos em Genebra.
"O sucesso do presidente dos Estados Unidos em reunir os dois lados desta guerra trouxe um progresso significativo". São as palavras de Witkoff sobre as negociações. Ambos os lados concordaram em informar os respectivos líderes e continuar a trabalhar no sentido de um acordo, acrescenta também este enviado especial. As negociações em Genebra seguem-se, Filipa, a duas recentes rondas em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, que não produziram avanços significativos.
E Diana, o exército russo denuncia a maior onda de ataques com drones ucranianos desde o início de janeiro.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou ontem que os sistemas de defesa aérea destruíram mais de 150 drones ucranianos durante a noite. As Forças Armadas da Rússia informam ainda que 80 dos drones foram abatidos sobre o Mar Negro e o Mar de Azov, com outros 38 destruídos sobre a Crimeia e a região de Krasnodar. Essa foi a maior onda de ataques com drones ucranianos desde o dia 1 de Janeiro. Mikhail Razvozhayev, governador da cidade portuária de Sebastopol, na Crimeia, indica que uma criança de nove anos foi hospitalizada com ferimentos leves. Foram danificados veículos, apartamentos, residências particulares e ligações de gás. Na região vizinha de Krasnodar, as autoridades informaram que os ataques ucranianos causaram um incêndio na pequena refinaria de petróleo em Ilsky, um complexo que inclui seis unidades de processamento com capacidade total de seis milhões de toneladas por ano. As Forças Armadas da Ucrânia alegaram que a refinaria, que pertence à companhia de petróleo e gás de Kuban, está envolvida no fornecimento de gás para o exército russo.
Também em destaque na imprensa russa está Cuba. Putin esteve com o ministro dos Negócios Estrangeiros cubano no Kremlin e declarou ser contra as sanções norte-americanas a Havana.
"Não aceitamos nada disso", diz Putin ao diplomata cubano. Acrescenta o presidente russo que o Kremlin tem uma posição aberta, clara e inequívoca sobre esse tema. Acerca das relações entre Havana e Moscovo, Putin considera que estão a seguir uma trajectória positiva. Diz estar confiante de que haverá oportunidade para discutir todas as questões comuns em detalhe.
Fica por aqui a primeira parte da "Guerra Traduzida". Voltamos já a seguir com a imprensa ucraniana.