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Este é o som do Youven Sorê das manhãs 360, que também pode acompanhar com imagem através das nossas redes sociais ou pelo site do Observador. Carla, esta segunda-feira está conosco o Miguel Pinheiro. E os partidos não se entendem e adiaram mais uma vez as eleições para alguns cargos públicos. Enquanto isso, daqui a nada toma posse o novo ministro da Administração Interna. Bruno, a tua nota vai mesmo para Luís Neves?

A minha nota vai para Luís Montenegro, que conseguiu surpreender com esta escolha. Pode dizer-se muita coisa acerca da escolha de Luís Montenegro para Ministro da Administração Interna.

Luís Neves.

A escolha feita por Luís Montenegro. Dois Luíses. Agora não se pode dizer que não foi surpreendente. Eu não creio que o perfil seja assim tão diferente das antecessoras. Claro que é alguém operacional, é alguém que estava a liderar a Polícia Judiciária e nesse sentido é diferente, mas quando se fala de um recentrar da política de Luís Montenegro, uma mensagem, um sinal de recentração da política, uma aproximação ao PS, eu acho que o perfil, quer de Margarida Blanco, quer de Maria Lúcia Amaral, já correspondia um pouco a essa tentativa de recentração. Lembrando que Margarida Blanco foi inspetora-geral da Administração Interna e na altura até mereceu algumas críticas das polícias quando foi nomeada, algumas reservas, pelo menos, em relação à sua nomeação, e Maria Lúcia Amaral também tinha feito um trabalho na Provedoria de Justiça que não indiciava nenhuma radicalização, por assim dizer, ou aproximação ao Chega, que é aquilo que se tem falado por parte de Luís Montenegro. E esta nomeação, que é surpreendente, vem confirmar isso mesmo. Agora, há, de facto, uma grande diferença no perfil mais técnico ou mais operacional de Luís Neves em relação às antecessoras. Não se sabe o que vai ser, ninguém sabe como é que as coisas vão correr. Também nos lembrou esta nomeação de que há aspectos que por vezes tendem a ser, nomeadamente no caso das catástrofes, desvalorizados na administração interna, que é precisamente a relação com as polícias. Falou-se muito nos últimos tempos da questão da reação do ministro e o comportamento das ministras em casos de crise, como os incêndios e agora o mau tempo e as cheias, mas há toda uma outra dimensão, que se calhar até é mais importante, do ministro da Administração Interna na sua relação com as polícias. Vimos desta vez algumas reservas por parte dos polícias em relação a Luís Neves. Agora é difícil, de facto, criticar esta escolha à partida. O único partido que parece ter carta branca para criticar Luís Neves é o Chega, mas, por exemplo, da parte da esquerda, qualquer exercício de crítica a esta nomeação obriga a uma criatividade, para não dizer contorcionismo. Eu estava a ler uma publicação nas redes sociais de Augusto Santos Silva, que também manifestou algumas reservas em relação ao nome de Luís Neves, mas há ali uma espécie de contorcionismo para encontrar pontos negativos nesta nomeação. Luís Montenegro tem se revelado muito hábil nas nomeações e na escolha dos ministros. As coisas não correram bem depois, no caso em particular da Administração Interna, mas eu não acho que tenham sido más escolhas de Luís Montenegro. É verdade que depois as ministras não tiveram, sobretudo ao nível da comunicação, um desempenho muito eficaz, revelaram notórias dificuldades e desde logo essa é uma grande diferença em relação a Luís Neves, que está habituado a comunicar. Não se tem atrapalhado e não se coibiu de passar mensagens políticas. Eu critiquei aqui uma vez o Luís Neves na altura em que ele falou das percepções e dos números da criminalidade, falou da violência doméstica, da associação da criminalidade com a imigração, por que não devia ser. E houve aí claramente uma mensagem política por parte do diretor da Polícia Judiciária, e isso também eu acho que joga a favor de Luís Montenegro, porque até por isso é inesperada esta nomeação. É alguém independente, que não está ligado aos partidos do governo, diz-se que estará mais próximo do Partido Socialista, e isso também é uma forma de Luís Montenegro se defender com esta escolha. Portanto, eu acho que independentemente daquilo que se venha a passar, não sabemos, é um cargo muito exigente. As circunstâncias por vezes também são inesperadas e obrigam os titulares da pasta a ter um jogo de cintura que se calhar não é tão necessário noutras pastas, mas acho que é difícil encontrar aqui pontos negativos nesta escolha de Luís Montenegro. Os desafios são grandes, obviamente, para o ministro, mas em relação à escolha e até à sagacidade política de Luís Montenegro nesta escolha, e ao fato do próprio Luís Neves ter aceitado este cargo, eu acho que não há muito por onde apontar a Luís Montenegro. Portanto, dou-lhe um 14.

Um 14. E Miguel, e quanto à reação dos sindicatos e das associações profissionais em relação a este nome?

A reação, no fundo, foi: é importante o ministro da Administração Interna ser pela primeira vez um polícia de carreira, mas quem manda é o primeiro-ministro. Foi uma das reações que eu vi nos sindicatos e nas associações profissionais. Ou então, é importante o ministro ser pela primeira vez um polícia de carreira, mas não vamos falar sobre isso agora. Ou então, é importante o ministro ser pela primeira vez um polícia de carreira, mas agora ele tem é de nos arranjar dinheiro, da mesma forma que arranjou o dinheiro pra PJ com o aumento do subsídio de risco. É óbvio, claro, que os sindicatos existem pra tratar de questões laborais, mas as questões laborais não se esgotam nas remunerações. E claro que as associações profissionais também têm que zelar por esse lado, mas não se devem esgotar nisso. Eu estava a ouvir os sindicatos e as associações profissionais e a ideia com que eu fiquei foi a de que é indiferente quem é que é o ministro da Administração Interna, é indiferente, desde que pague. Pode ser uma pessoa qualquer, pode ser este, pode ser outro, pode ser um ator de teatro, pode ser um poeta, pode ser um trabalhador da construção civil, é indiferente. Desde que pague, desde que nos arranje dinheiro, ponham lá quem quiserem. E esta sensação com que se fica a ouvir os sindicatos e as associações profissionais de que estamos a ouvir uma espécie de partidos da oposição, acho que não é bom para os próprios. Dá a ideia de que tudo aquilo que se faz, tudo aquilo que se diz, é apenas uma preparação pra próxima ronda de negociações salariais. Enfim, eles lá saberão. Deixa-me só dizer uma coisa em relação a isto de que o Bruno falou. Realmente, nestes dias temos ouvido grandes elogios da esquerda à escolha de Luís Neves, precisamente por causa das afirmações que ele fez no ano passado contestando um aumento da imigração, dizendo que era apenas um problema de percepção e contestando uma eventual ligação entre a imigração e a criminalidade. E temos ouvido várias pessoas e partidos à esquerda a elogiarem isto e a escolha de Luís Neves por causa disto e, no fundo, a verem a entrada de Luís Neves como sendo uma entrada de um elemento da oposição no governo. Alguém que ia fazer frente ao governo e que ia pôr na ordem esta deriva securitária do governo. Queria só sublinhar uma das frases do Bruno, que é de que o Luís Neves aceitou. Ou seja, Luís Neves foi convidado pra ir pra o governo.

Mas também foi convidado antes de ter aceito.

Certo, mas aceitou. Ou seja, aceitou ir pra este governo, com este primeiro-ministro, com esta política. Aliás, nós num dos artigos que escrevemos sobre isto, referimos precisamente que Luís Neves foi muito crítico das decisões do PS em relação à imigração, SEF e tudo isso. Eu ficaria muito surpreendido se, de repente, Luís Neves aceitasse ir, ainda por cima pra esta pasta, pra ministro da Administração Interna, se discordasse profundamente de tudo o que está a ser feito no governo.

Ou pra fazer oposição.

Exato, ou pra dizer: "Não, eu vou lá para contestar o que está a ser feito." Naturalmente que cada ministro tem as suas opiniões sobre os diferentes assuntos e naturalmente que tentam fazer valer, espero eu, as suas posições nas reuniões do Conselho de Ministros e quando são definidas as políticas. Agora, mesmo tendo dito isso e acreditando nisso, ficaria muito surpreendido, de fato, se o Luís Neves tivesse dito que sim ao convite do primeiro-ministro pra agora ir pra lá em discordância. Não faria muito sentido.

É que a certa altura, Miguel, deixa-me só acrescentar isso, a certa altura parecia que Luís Neves era para a oposição aquilo que foi o Tribunal Constitucional nos tempos de Passos Coelho. Parece que era a voz mais ativa de uma oposição mais ou menos moribunda. E se calhar agora podem ter motivos para festejar, a não ser o PCP, que é o que diz sempre: não interessam as pessoas, interessam as políticas, portanto, nenhuma escolha deste governo será-

É um pouquinho como os sindicatos.

Exatamente. Não é surpreendente que assim seja. Mas de fato, pode haver essa expectativa de que Luís Neves vá fazer algum trabalho da oposição dentro e eu acho que essa é uma expectativa irrealista por esse fato.

Sim, até porque Luís Montenegro é muito cauteloso nas escolhas. Foi muito cauteloso na recondução do Luís Neves na Polícia Judiciária, que foi um processo que durou meses, e por isso eu imagino que Luís Montenegro tenha falado com Luís Neves sobre as políticas do governo nesta área, sobre as convicções do governo nesta área, sobre segurança, sobre insegurança, sobre se há maior criminalidade, se há menos criminalidade. Enfim, imagino que tenham falado sobre tudo isto e que pra haver o convite e a aceitação do convite, haja o mínimo O mínimo de concordância e de sincronia.

Pelo menos é o máximo. Não pode haver equívocos. Esses temas, ainda por cima, discutem-se, estão na agenda há dois, três anos. Não são velhos desconhecidos.

Não, precisamente.

Luís Neves teve uma exposição pública e teve declarações públicas sobre isso. Se bem que essa questão, a relação entre criminalidade e imigração, e aquilo que Luís Neves disse há um ano, um ano e meio, nunca vi ninguém do governo dizer que é uma relação.

Certo. Claro.

O que se tem dito é que não há dados que permitam fazer algo. Nem dizer que sim, nem dizer que não.

Sim. Sobre as percepções.

Sobre as percepções.

Era a questão das percepções e das fake news.

Portanto, não parece que sejam incompatíveis. Agora, de fato, não pode haver equívocos a esse nível.

Posto isto, Miguel, vais dar nota a quem?

Vou dar um nove aos sindicatos e às associações profissionais e estendo esse nove a estes desejos de uma parte da oposição, que me parece que vão embater com a realidade.

É isso, Paulo. Achas que se cria uma expectativa por parte da oposição que não corresponde à nomeação e à aceitação do cargo?

Pode haver esse desejo em alguma oposição, e aqui as oposições já não são todas iguais. Nalguma oposição, sobretudo à esquerda, pode haver esse desejo secreto, se calhar, de Luís Neves ser aquela semente dentro do governo, a voz que vai equilibrar ou qualquer coisa. Ou então pode ser outra coisa, que é a falta de argumentos credíveis para se criticar a escolha de alguém que era muito competente até ontem e deixou de ser agora porque é nomeado. Só nomeado, ainda não exerceu, só toma posse daqui a uma hora e 10 minutos. Só porque é nomeado por um governo, neste caso da AD. Eu acho que o consenso sobre Luís Neves tem mais a ver com isso. O PS e a esquerda, se gostavam dele enquanto líder da PJ, ficam sem argumentos. Mas queria notar também aqui o desacerto da oposição do Chega. Houve dois fatos neste fim de semana relevantes. Um foi na sexta-feira, a aprovação em Conselho de Ministros daquilo que são as linhas mestras, o esqueleto do PTRR, e depois no sábado, o anúncio de Luís Neves como novo MAI. Isso é óbvio, o Chega foi claramente o partido da oposição mais vocal, mais contra, está tudo mal. "O PRR é uma vergonha", disse André Ventura, "é um plano para oito anos, num país devastado há oito dias, que é uma vergonha, não há uma única medida, não há nada." Não há medidas ainda porque isso tem que ser feito de baixo para cima. Primeiro é preciso fazer contas aos estragos no terreno, isso está a ser feito pelas câmaras, e depois é que vai haver as medidas para a reconstrução e o montante que tudo aquilo vai custar. Portanto, não parece assim tão estranho de se entender para quem queira entender, mas o Chega claramente não quer entender. E também o desconforto do Chega, que foi o único partido que, de alguma forma, teceu críticas à escolha de Luís Neves. O que é estranho, de alguma maneira. À primeira vista, seria estranho. Por que o Chega, que tem uma veia securitária muito grande, está contra a nomeação de alguém que liderou uma instituição que tem estado muito ativa no terreno. Grandes operações que o Chega gosta, são lideradas ou executadas pela Polícia Judiciária.

E que é capaz de ser uma das instituições mais respeitadas pelos portugueses.

Na área da segurança. Absolutamente. E eu acho que Luís Neves contribuiu muito para isso também nos últimos anos, a forma como ele comunica, o fato de estar nos bons e nos maus momentos da instituição, tudo isso. Mas há aqui um desconforto, claramente, do Chega com Luís Neves. Eu não sei se terá a ver com a operação que aqui há umas semanas ou desmantelou, ou pelo menos deteve cerca de três dezenas de membros do 1143. Aliás, Rita Matias foi bem clara ao mostrar o seu desconforto este fim de semana, dizendo que isso não seria prioridade de um líder da PJ, no fundo, o combate a esse tipo de criminalidade, porque se percebe também que para o Chega há uma criminalidade e outra criminalidade. Aquela que lhe é mais próxima já é mais aceitável. Mas tudo isto, confrontando depois com a oposição do PS, no caso do PTRR, à espera de novidades e, no caso de Luís Neves, de apoio, eu acho que se pode estar aqui, de fato, num momento de viragem de ciclo político, em termos de parcerias do governo. Nós estamos claramente no início de um novo ciclo político. Houve as eleições presidenciais que serviram para medir o pulso à relação de forças. Vai haver um novo presidente da República. Há um PTRR que o governo está a tentar transformar como uma espécie de reset da governação. E eu acho que pode haver aqui, de fato, um definido de posições. Por outro lado, o Chega, provavelmente terá chegado à conclusão de que nos próximos três anos e meio não vai haver eleições, e o Chega é um partido que vive muito do confronto direto, pelo menos no horizonte próximo, senão vão ser três anos e meio de oposição no Parlamento e por aí fora. E eu acho que isso pode ser definidor. Não sei se estas posições são sólidas, mas claramente Luís Montenegro e o PS estão hoje mais próximos deste tipo de posições do que o governo, a AD, se quisermos, e o Chega Talvez isso indicie qual é o clima que vamos ter no resto da legislatura.

A quem se dá a nota para antecipar eleições?

Não faço ideia. É uma boa pergunta, mas vai falando com o José Manel que eu já vou pensando no assunto.

Vou. José Manel, não sei se concordas com esta ideia do Paulo e se isso até resolve ou pode resolver a questão que queres aqui trazer sobre os entendimentos dos partidos para a nomeação de uma série de cargos públicos, como o Provedor de Justiça, os juízes em falta no Tribunal Constitucional e o Conselho de Estado.

Não sei. E se for esse o caminho, acho que tem alguns ossipões. Agora só uma rápida explicação: eu preferi não falar hoje sobre o Luís Neves, porque, para ser franco, é alguém que tem muito boa imprensa e às vezes tem tão boa imprensa que me deixa desconfortável e desconfiado. E por isso vou esperar para ver.

Estás com a pulga atrás da orelha.

Estou com a pulga atrás da orelha. Tem algumas formas de atuação no terreno que algumas pessoas que lidaram com ele as acharam também desconfortáveis. Portanto, vamos ver. Independentemente disso, e relativamente ao tema que colocas, aquilo que eu quero trazer aqui é um tema que vai ser hoje discutido no Parlamento, que é confirmar o adiamento. A proposta é do presidente do Parlamento, Aguiar Branco, para confirmar o adiamento da votação de um conjunto de órgãos. Estamos a falar de completar o Tribunal Constitucional, três juízes, completar o Conselho de Estado, cinco membros, Provedor de Justiça, são pelo menos estes os mais importantes, em que é necessário, em princípio, um acordo tripartido. Isto é, são cargos que exigem a maioria dos dois terços na Assembleia. O PSD/AD não faz já maioria com o PS, também não faz maioria sozinho com o Chega, e aquilo que exigiria o bom senso é que, uma vez que há uma nova realidade na Assembleia, a tradicional divisão de lugares quando chega à altura dos dois terços entre PS e PSD fosse no mínimo recalibrada, e não houvesse percepção de que se pode continuar a trabalhar no Parlamento com as regras anteriores. Não sei bem o que está a passar pela cabeça dos deputados. Agora, se acham que podem continuar como antes e ceder um lugar para o Chega no Conselho de Estado, porque isso é praticamente inevitável face à forma como se vota no Parlamento a eleição para o Conselho de Estado, e depois barrar tudo o demais, eu creio que isso pode reforçar o discurso de André Ventura na segunda volta, que não lhe permitiu naturalmente ganhar a segunda volta, nunca permitiria, mas permitiu-lhe passar de 24% para 33%, coisa que muita gente se apressou a desvalorizar, mas que para todos os efeitos eu não desvalorizo. E considerando que é o percurso que André Ventura quer prosseguir, abrir-lhe as portas, não dando ao Chega aquilo em que o Chega é mais frágil, que é nomeações de pessoas com qualidade para lugares públicos. Já sabemos que isso nas autarquias, por exemplo, e noutros lugares, não está a correr particularmente bem ao Chega, é não fazer, por um lado, o jogo da democracia e é não fazer, por outro lado, o jogo político, que na minha perspectiva me parece mais inteligente. Não sei quem é que está a bloquear isto, se está a bloquear o PS, se está a bloquear o PSD, se está a bloquear o Chega com exigências também incomportáveis, não faço ideia. Aquilo anda por lá nos corredores da Assembleia e não transpirou cá para fora informação suficiente para se perceber. Agora, é uma vergonha, o Parlamento a não cumprir a sua função e eu tenho receio que depois de ser uma vergonha, seja um mau sinal da forma como o sistema funciona. Veremos. Portanto, para já, dou só nota à vergonha e passado este tempo todo, olha, é 6 de março que é o dia da data, para já leva um seis.

Pronto, está aqui. Isto não é por acaso.

Isto é ciência.

É ciência, claro. Tudo científico.

Paulo, tens alguma coisa para nos dizer?

Só um 10 a Luís Montenegro, porque há aqui uma oportunidade, de facto, vamos ver se o primeiro-ministro consegue apanhá-la ou não.

Muito bem. E o "Vencedor É" está de regresso mais logo na tarde política.

Numa versão alargada que começa a seguir ao jornal das 18h, esta segunda-feira dão notas a Judite de França, à Raquel Cacis e o António Costa. Assim que acabar o "E o Vencedor É", chega o Alberto Gonçalves com a "Ideias Feitas".