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Notícias. Jornal das 11, edição da jornalista Diana Rosa. E Diana, Donald Trump garante não baixar as armas no Irão até que Teerão esteja definitivamente derrotado.

Ainda que acredite, Donald Trump, que neste momento o país tenha graves limitações militares. Vamos ouvir.

Em conjunto com os nossos parceiros israelitas, estamos a esmagar o inimigo num desfile de habilidade técnica e força militar. A capacidade de drone e mísseis do Irão está a ser completamente demolida. A marinha está desaparecida, está toda afundada no fundo do oceano. 46 barcos, conseguem acreditar nisso? Os líderes terroristas desapareceram, ou estamos a contar os minutos até que eles desapareçam. Nós tínhamos líderes e eles apareceram, nós tínhamos novos líderes e eles apareceram. Agora, ninguém tem ideia de quem são as pessoas que vão governar o país. Nós não vamos desistir até que o inimigo seja totalmente e definitivamente derrotado.

Trump assegura que a guerra ainda não acaba esta semana, mas termina em breve. Diz-se ainda desapontado com a escolha do novo líder supremo, filho do Aiatolá. Anunciou ainda, o presidente dos Estados Unidos, que o país vai aliviar sanções relacionadas com o petróleo a alguns países. Não precisou quais são esses estados.

E seguimos com o aviso do presidente do Eurogrupo: a zona euro deve preparar-se para um período de longa instabilidade devido ao conflito no Médio Oriente.

O presidente do Eurogrupo alerta que a guerra com o Irão pode afetar as cadeias de abastecimento e voltar a pressionar os preços da energia e da inflação, para além desta subida de preços nos combustíveis que estamos agora também a observar. Depois da reunião de hoje em Bruxelas, onde estiveram os ministros das finanças da zona euro, o responsável sublinha que a economia europeia tem, de fato, resiliência, mas há esse medo que a Europa volte a enfrentar uma crise energética semelhante à de 2022. Em causa, o encerramento do Estreito de Ormuz pelo Irão, uma passagem importante para o transporte mundial de petróleo.

O presidente da Assembleia da República recusou o pedido do Chega para um debate parlamentar de urgência sobre combustíveis, alimentação e impostos.

Sublinha que a recusa não se deve ao tema, mas apenas ao limite temporal imposto às iniciativas dos grupos parlamentares. José Pedro Aguiar-Branco afirma que o Chega já esgotou os agendamentos potestativos no período entre os dias dois e 13 deste mês. No despacho a que a Lusa teve acesso, o presidente do Parlamento explica que o Chega pode renovar esse pedido na próxima quinzena, desde que respeite os requisitos previstos de calendário.

E seguimos agora com as alterações à lei laboral. A UGT recusa a acusação feita pelo Governo e pelos patrões, garante que não foi intransigente.

Foi essa precisamente a acusação que a União Geral dos Trabalhadores ouviu hoje, depois dessas reuniões terminarem sem consenso. O secretário-geral adjunto da UGT, Sérgio Monte, acusa o executivo de faltar à verdade.

O que a UGT disse hoje ao governo é que a proposta, tal como está, não é suscetível de permitir um acordo por parte da UGT. Acusar a UGT de intransigência é faltar à verdade, porque foi o próprio governo que referiu que já havia mais de 60 artigos que tinham sido consensualizados. É facto que naquilo que diz respeito às chamadas traves-mestras, esta expressão, eu permito usá-la, é uma expressão do governo, essas de facto não foram mexidas.

Sérgio Monte dirige também críticas ao presidente da Confederação Empresarial de Portugal. Diz que a CIP apresentou propostas que, essas sim, são intransigentes.

Retorquindo ao senhor presidente da CIP, dizer que à última hora, à 25ª hora, a CIP apresentou uma proposta que também, de tão maximalista que era, não permitia consensos.

Sérgio Monte acrescenta que, para a Central Sindical, as negociações não estão encerradas. É uma decisão que cabe ao governo se vai ou não terminar com essas conversações. De acordo com a Lusa, o executivo promete realizar todos os esforços para que seja possível um acordo, só que a ministra do Trabalho já tinha dado a indicação de que, se não houvesse acordo, ia enviar o anteprojeto do governo para a Assembleia da República.

Para o PS, é mau sinal que não exista acordo sobre uma matéria tão estruturante como o Código de Trabalho.

No Explicador, aqui na rádio, o deputado socialista Paulo Lopes Silva avisa que são necessárias mudanças, no entanto, para que o diploma receba luz verde.

É um conjunto de matérias que de facto era importante resolver e que não vemos até agora que seja esse o objetivo fundamental. Portanto, eu acho que é importante que o governo prossiga esse diálogo e, naturalmente, o Partido Socialista tem que estar disponível para esse diálogo desse ponto de vista, mas se for para atingir estes objetivos e não outros.

Na mesma linha, Marta Silva do Chega, a deputada, avisa que o governo tem de mudar de atitude.

Não rejeitamos uma reforma laboral em si, mas exigimos que ela seja negociada a sério, sem atacar direitos dos trabalhadores, sem penalizar a parentalidade, sem facilitar os tais despedimentos de forma encapotada. O Chega está mais próximo da ideia de que a lei do trabalho pode e deve ser modernizada.

PS, Chega e PSD estiveram esta tarde no Explicador, depois destas negociações falhadas relativamente ao pacote laboral proposto pelo governo.

E agora, com seis minutos para lá das 11h, vamos ao habitual espaço de informação local.

O município de Oeiras reforçou a capacidade de resposta aos sete corpos de bombeiros do Conselho, a situações de emergência que envolvam animais. A autarquia entregou equipamento especializado destinado à captura e transporte em segurança, permite reduzir os riscos para os animais, também para os operacionais e para a população. Uma iniciativa que resulta da cooperação entre a Câmara Municipal, a Proteção Civil e os Bombeiros de Oeiras. Em Rio Maior, os trabalhadores da Nobre convocaram uma greve para esta quinta-feira. Foi organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias da Alimentação, Bebidas e Tabaco. A paralisação dura todo o dia. Protesta contra a falta de entendimentos relativos às reivindicações laborais destes trabalhadores. Amanhã, a Câmara de Sesimbra e mais 16 associações locais vão assinar os contratos Programa de Desenvolvimento Desportivo. Os apoios de atividades desportivas dinamizadas são referentes à época 2025/2026. A autarquia avança que o apoio representa quase € 700 mil, destina-se à contratação de mais de uma centena de técnicos e à dinamização de atividades federadas. Em Estarreja, esta quarta-feira, mais de uma centena de membros da comunidade acadêmica vai plantar cerca de mil árvores. De acordo com a Rádio Terra Nova, o objetivo é mitigar o impacto ambiental da impressão da revista Linhas, assim como reflorestar áreas ardidas. Isso acontece em Canelas, município de Estarreja. Em Famalicão, arranca amanhã, terça-feira, mais uma edição da Feira do Ensino Secundário. É uma iniciativa da autarquia dirigida aos alunos do nono ano, para dar a conhecer diferentes ofertas de educação disponíveis no conselho. É um evento que se realiza no Famalicão Inn Hub, em Vale de São Cosme, até esta quinta-feira. Em Pombal, o grupo Némanjos vai dar um concerto solidário na próxima sexta-feira. A iniciativa quer mobilizar a comunidade para apoiar as famílias afetadas pelo mau tempo. A entrada é livre. O concerto começa às 22h, no Jardim do Cardal. E é o ponto final no Jornal das 11, edição da jornalista Diana Rosa. Até já!