Estados Unidos da América

Carro colide com manifestantes durante os protestos de extrema-direita em Charlottesville. Há uma morte confirmada

Um carro avançou em direção a um grupo de manifestantes na cidade de Charlottesville. A primeira vítima mortal está confirmada, disse o presidente da Câmara Mike Signer. Há 20 pessoas feridas.

Charlottesville está a ser palco de confrontos entre apoiantes da extrema-direita e pessoas que se lhe opõem

Getty Images

Há uma morte confirmada e pelo menos 20 pessoas ficaram feridas nos confrontos deste sábado entre manifestantes de extrema-direita e os seus opositores, em Charlottesville, no Estado da Virgínia. A morte terá sido consequeência de um atropelamento, depois de um veículo ter avançado contra um grupo de manifestantes que se opunha à marcha dos supremacistas brancos. A morte foi confirmada pelo presidente da Câmara da cidade, Mike Signer.

As autoridades já chegaram ao local e confirmaram à agência que um carro se dirigiu contra uma coluna de pessoas que marchavam numa rua da baixa de Charlottesville. O jornal Washington Post fala em seis peões “atingidos intencionalmente”. Um repórter da Associated Press viu pelo menos uma pessoa a receber tratamento no chão.

Confrontos na marcha de supremacistas brancos na Virgínia. Declarado estado de emergência em Charlottesville

O Presidente dos Estados Unidos já reagiu aos confrontos. Através da rede social Twitter, Donald Trump condenou o “ódio e tudo aquilo que ele representa”. Trump diz ainda que “não há lugar para este tipo de violência na América” e pede que os americanos “se unam”.

No Estado de New Jersey, o presidente deu uma conferência de imprensa onde condenou a “intolerância, o ódio e a violência de todos os lados envolvidos” nos confrontos de Charlottesville pedindo. “Temos que nos amar uns aos outros, respeitar-nos e dar valor à nossa história — todos”, disse ainda Donald Trump que estava presente para assinar legislação que permitirá aos veteranos de guerra ter acesso a saúde privada.

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José Milhazes
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