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A herança do Banco Português de Negócios (BPN) custou mais cerca de 130 milhões de euros ao défice do ano passado, devido a mais um aumento de capital do Banco Efisa, um dos bancos comprados pelo BPN e que passaram para as mãos do Estado com a nacionalização do banco.

No Programa de Estabilidade entregue esta sexta-feira ao Parlamento, o Governo inscreve mais 38 milhões de euros de aumento de capital do Efisa no registo do défice do ano passado como operação extraordinária.

Por cima destes 38 milhões de euros, são incluídos ainda mais 94 milhões de euros, que já eram conhecidos, de perdas assumidas com imparidades no âmbito do processo de venda do BPN Crédito no ano passado. No total, só com estas duas unidades, o BPN custa mais 132 milhões de euros ao défice de 2014.

Restam ainda vários ativos que o Estado tem de gerir e que ainda pode assumir perdas, nas sociedades veículo criadas na sequência da nacionalização do BPN.

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