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Andaluzia (34,8%), Canárias (32,4%), Ceuta (31,9%), Extremadura (29,8%) e Castela-Mancha (29%) são as cinco regiões europeias, das 272 analisadas pelo gabinete de estatísticas europeu – Eurostat -, com maior taxa de desemprego. O que é que as une? O facto de serem todas espanholas, sinaliza o El País.

O Eurostat, que divulgou esta quarta-feira dados sobre o desemprego nas regiões da União Europeia, revela que em mais de metade das 272 regiões analisadas a taxa de desemprego caiu 0,5 pontos percentuais, sendo que nesse grupo se encontravam as 17 comunidades autónomas espanholas e as duas cidades autónomas, com exceção para a Galiza e o País Basco, onde o desemprego caiu 0,3 pontos percentuais. Astúrias, Ceuta e Catalunha também se destacaram entre as 15 regiões europeias onde o desemprego mais baixou em 2014, face ao ano anterior (cerca de 3 pontos percentuais).

Apesar da evolução positiva no desemprego, as regiões espanholas continuam a figurar entre as regiões que apresentam maiores dificuldades em termos de empregabilidade. Entre as 29 regiões que duplicam a média de taxa de desemprego da UE (10,1%), estão 13 espanholas, 12 gregas e quatro italianas.

Do lado oposto, a taxa de desemprego mais baixa registou-se, em 2014, em Praga (2,5%), na República Checa, sendo que o top 10 das regiões com menos desemprego fica completo com nove regiões alemãs.

Já em Portugal a taxa de desemprego fixou-se nos 13,9% em 2014, sendo que as taxas mais elevadas foram registadas nos Açores (16,3%) e na Madeira (15%), seguindo-se Lisboa (14,9%), Norte (14,8%), Algarve (14,5%) Alentejo (14,3%) e Centro (10,6%).

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