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Veja quais os cursos superiores com mais e menos emprego

Este artigo tem mais de 5 anos

A Direção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência atualizou a informação relativa à taxa de desemprego dos cursos superiores. Pode ver neste artigo quais os cursos com mais e menos desemprego.

Medicina, enfermagem e informática estão entre os cursos com menos desemprego
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Medicina, enfermagem e informática estão entre os cursos com menos desemprego

Tiago Petinga/LUSA

Medicina, enfermagem e informática estão entre os cursos com menos desemprego

Tiago Petinga/LUSA

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Medicina, Enfermagem, Matemática, Informática e algumas engenharias surgem, em grande destaque, na tabela dos cursos que, em dezembro de 2015, não registavam qualquer desempregado inscrito em centros de emprego. Ao todo, são 37 os cursos que reportam taxa de desemprego de 0%, de acordo com a atualização mais recente divulgada no Portal Infocursos. Se és daqueles alunos que, preocupados com o futuro, leva em conta as saídas profissionais na hora de se candidatar ao ensino superior, então este artigo pode-te interessar.

Esses 37 cursos correspondem apenas a 2,7% dos 1.381 cursos com registo válido na Direção Geral de Ensino Superior, em dezembro do ano passado, mas muitos outros têm taxas de desemprego muito baixas, como poderás verificar na base de dados que te é disponibilizada no referido portal. Desta lista de 37 cursos, 10 apenas são lecionados em instituições privadas.

Cursos-Desemprego-ZeroV2

Do lado exatamente oposto encontram-se 14 cursos de ensino superior com uma taxa de desemprego igual ou superior a 25%, ou seja, com um quarto ou mais dos alunos diplomados entre 2011 e 2014 inscritos em centros de emprego. Desses 14 cursos, nove são de instituições de ensino privadas.

Cursos-Alunos-Desemprego

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Olhando para aqueles que são os cursos que mais vagas têm aberto nos últimos anos, e mais alunos têm formado, nesse caso a taxa de desemprego varia entre os 0% no curso de Medicina, em Coimbra, e os 9,7%, no curso de Direito, também em Coimbra.

Cursos-Aliam

Em termos globais, ou seja, agrupando todos os cursos e fazendo a distinção entre as instituições públicas e as instituições privadas, os dados mais recentes, que reportam a dezembro de 2015, permitem concluir que os alunos que estudam no privado têm menos garantias de emprego, embora essa diferença se tenha estreitado, face ao público, no ano passado. Além disso, a comparação dos últimos dois anos, dá a entender que havia no final do ano passado menos desemprego entre jovens recém-licenciados.

É importante, porém, frisar que os dados sobre o desemprego podem não corresponder completamente à realidade, na medida em que um aluno recém-licenciado pode estar no desemprego e não se ter inscrito num centro de emprego, ou estar a trabalhar noutra área que não a do curso que tirou. Ainda assim, estes são os únicos dados oficiais que existem e que ajudam a ter uma noção das saídas dos vários cursos espalhados pelo ensino público e privado, universitário e politécnico.

Ou por não terem tido informação como esta, ou por terem ficado desiludidos com o curso ou ainda por falta de condições financeiras, há alunos que desistem dos estudos logo no primeiro ano da universidade. Por exemplo: mais de 23% dos alunos que se matricularam em 2013/14, em licenciaturas em instituições públicas e privadas, no final desse ano já não estavam no sistema de ensino, sendo que desistem mais no privado do que no público.

Por agora estás mais preocupado, certamente, com os exames nacionais, que decorrem até 27 de junho, mas daqui a um mês (20 de julho) terás de escolher o rumo que queres seguir em termos de estudos superiores. As candidaturas ao ensino superior, numa primeira fase, decorrerão até 8 de agosto. Estes dados podem ajudar-te a optar pelo curso que queres tirar, bem como a informação disponível no site da Direção Geral de Ensino Superior. Em breve, o Ministério do Ensino Superior divulgará o número de vagas que vão abrir por curso.

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