Rádio Observador

Timor-Leste

Festival vai escolher melhor café de Timor-Leste

O Festival de Café de Timor-Leste começou esta segunda-feira e pretende escolher o melhor café e o melhor cocktail feitos com este ingrediente. Esta iniciativa vai realizar-se até dia 3 de dezembro.

A competição está aberta a agricultores e a grupos de agricultores que têm de apresentar amostras de dois quilos de café com casca ou 1,5 quilos de café sem casca com um grau de humidade de 9 a 12%

Autor
  • Agência Lusa

Um concurso para escolher o melhor café timorense e o melhor ‘cocktail’ usando este ingrediente são o ponto alto do primeiro Festival de Café de Timor-Leste, que a partir de segunda-feira decorre em vários pontos do país. Iniciativa da Associação de Café de Timor-Leste (ACTL), o festival, que decorre até 3 de dezembro, incluirá a primeira competição de provas de café do país, com juízes profissionais da Austrália, Canadá, México, Tailândia e Estados Unidos.

A competição está aberta a agricultores e a grupos de agricultores que têm de apresentar amostras de dois quilos de café com casca ou 1,5 quilos de café sem casca com um grau de humidade de 9 a 12%.

“É a primeira vez que Timor-Leste terá um festival deste tipo e isso é muito emocionante”, disse Evangelino Monteiro, porta-voz da ACTL. “Timor-Leste produz café de grande qualidade e queremos comemorar isso e inspirar as pessoas a fazer ainda melhor no futuro”, referiu.

Além de várias atividades para amantes do café em Díli, com espaços de restauração a aderir à iniciativa, o festival inclui ainda programas de apoio para melhoria de qualidade da produção a agricultores em Ainaro, Aileu, Ermera e Liquiçá. Na capital haverá eventos especiais e promoções ao longo da semana, incluindo menus especiais, demonstrações de torra de café e uma competição de criação de um ‘cocktail’ que use café timorense. O festival, que termina com um programa de arte e música, inclui ainda seminários e mesas redondas.

A ACTL define-se como uma associação voluntária que trabalha “para aumentar o volume e melhorar o valor dos cafés vendidos para exportação e consumo interno”. Pretende ajudar a “revitalizar o setor cafeeiro, tornando-se a fonte de padrões para o setor”, e contribuir para o desenvolvimento da marca internacional do café timorense, para a capacitação dos agricultores e para a introdução de melhores práticas.

Apesar de ainda reduzida – Timor-Leste exporta anualmente café no valor de cerca de 20 milhões de dólares – a produção de café timorense tem vindo a viver nos últimos anos uma revitalização. Vários projetos levaram à recuperação de algumas produções importantes tendo sido lançadas várias marcas que estão agora disponíveis no mercado nacional.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Trabalho

Ficção coletiva, diz Nadim /premium

Laurinda Alves

Começar reuniões a horas e aprender a dizer mais coisas em menos minutos é uma estratégia que permite inverter a tendência atual para ficarmos mais tempo do que é preciso no local de trabalho.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)