Angola

Angola é um “grande exemplo” do modelo de exploração da ENI, diz presidente executivo

O presidente executivo da petrolífera ENI disse que até agora a empresa perfurou "21 poços com uma taxa de sucesso de 86%" em Angola, o que equivale a "uma produção de mais de 150 mil barris por dia".

O presidente executivo da petrolífera ENI, Claudio Descalzi, informou ainda que nos últimos meses foram realizadas três grandes descobertas de óleo leve, em Kalima e Afoxé

EGYPTIAN PRESIDENCY HANDOUT/EPA

O presidente executivo da petrolífera italiana ENI disse esta sexta-feira que Angola é “um grande exemplo do modelo de exploração e de aplicação da tecnologia”, salientando que os poços Kalima e Afoxé podem entrar em produção em três anos.

O Bloco 15/06 é um grande exemplo do nosso modelo de exploração; até agora perfurámos 21 poços com uma taxa de sucesso de 86%, descobrindo mais de 4 mil milhões de barris com uma produção de mais de 150 mil barris por dia”, disse o presidente executivo da petrolífera italiana, durante a intervenção inicial na apresentação da estratégia da empresa para os próximos três anos.

“Nos últimos meses, fizemos três grandes descobertas de óleo leve, em Kalima e Afoxé, estimamos ter 400 a 500 milhões de barris, e há algumas semanas descobrimos um novo gigante em Angola, que pode conter até 650 milhões de barris”, disse o líder da petrolífera.

“Vamos acelerar o desenvolvimento destes novos poços usando as instalações atuais”, acrescentou Claudio Descalzi, na parte da intervenção que incidiu sobre Angola.

O campo Kalimba foi descoberto em junho do ano passado a sudeste do Bloco 15/06, e pode ter até 300 milhões de barris de óleo leve, ao passo que o Afoxé foi descoberto já em dezembro, na mesma zona, e pode ter até 200 milhões de barris.

A nível mundial, a petrolífera italiana espera aumentar a produção em 3,5% por ano durante os próximos três anos, apontando como meta a neutralidade das emissões de carbono resultante das suas atividades até 2030.

ENI quer crescer 3,5% e descobrir 2,5 mil milhões barris de petróleo até 2021

Também esta sexta-feira, o presidente executivo da ENI apontou como objetivo um crescimento de 3,5% por ano até 2025, descobrindo 2,5 mil milhões de barris de petróleo através da exploração de 140 poços.

Graças à grande quantidade de novas áreas de exploração em bacias de alto potencial, definimos como meta 2,5 mil milhões de barris de petróleo de novos recursos através da perfuração de 140 poços de exploração no período do plano”, disse Claudio Descalzi.

Na apresentação da estratégia da empresa para os próximos três anos, que decorre hoje em Milão, o presidente executivo da ENI anunciou esperar, na área da exploração e produção de petróleo e gás, um aumento da produção de petróleo e gás em 3,5% por ano até 2021 e “além disso graças ao lançamento de novos projetos e ao grande montante de Decisões Finais de Investimento baseados nos 3 mil milhões de barris de reservas”.

Para a ENI, é essencial “manter uma forte disciplina no investimento”, esperando que os novos projetos tenham um ‘breakeven’, ou seja, o nível em que o custo de exploração é compensado pelo preço de venda do produto, nos “25 dólares por barril, gerando um fluxo de caixa cumulativo de 22 mil milhões de euros durante o período do plano”.

Todos queremos saber mais. E escolher bem.

A vida é feita de escolhas. E as escolhas devem ser informadas.

Há uns meses o Observador fez uma escolha: uma parte dos artigos que publicamos deixariam de ser de acesso totalmente livre. Esses artigos Premium, por regra aqueles onde fazemos um maior investimento editorial e que mais diferenciam o nosso projecto, constituem a base do nosso programa de assinaturas.

Este programa Premium não tolheu o nosso crescimento – arrancámos mesmo 2019 com os melhores resultados de sempre.

Este programa tornou-nos mesmo mais exigentes com o jornalismo que fazemos – um jornalismo que informa e explica, um jornalismo que investiga e incomoda, um jornalismo independente e sem medo. E diferente.

Este programa está a permitir que tenhamos uma nova fonte de receitas e não dependamos apenas da publicidade – porque não há futuro para a imprensa livre se isso não acontecer.

O Observador existe para servir os seus leitores e permitir que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia. Por isso o Observador também é dos seus leitores e necessita deles, tem de contar com eles. Como subscritores do programa de assinaturas Observador Premium.

Se gosta do Observador, esteja com o Observador. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)